Brigitte Bardot, cuja carreira no cinema se encerrou em 1973 após 45 filmes rodados, trabalhou com importantes cineastas, como Roger Vadim, Louis Malle e Jean-Luc Godard. Confira obras estreladas pela artista francesa morta aos 91 anos.
“Se Versalhes Falasse” (1954), de Sacha Guitry
Um retrato da história do Palácio de Versalhes e de seus personagens.
“As Grandes Manobras” (1955), de René Clair
Um tenente francês aposta seduzir qualquer mulher da cidade antes da partida de seu regimento, mas a sua escolhida não é como as outras que ele já conheceu.
“E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim
Na ensolarada Saint-Tropez, Juliete, interpretada por Bardot, é cobiçada por um milionário, ama outro homem, mas acaba se casando com o irmão do amado.
“Babette Vai à Guerra” (1959), de Christian Jaque
Refugiada em Londres, uma ingênua jovem francesa é enviada de paraquedas à França ocupada para ajudar a capturar um general alemão.
“A Verdade” (1960), de Henri-Georges Clouzot
Uma jovem do interior muda-se para Paris e acaba no banco dos réus, acusada do assassinato de seu jovem amante, um maestro recém-formado no conservatório.
“Vida Privada” (1961), de Louis Malle
Uma jovem se torna estrela de cinema em Paris e, de repente, vê sua vida privada invadida por fãs insistentes e todas as complicações que isso acarreta.
“O Desprezo” (1963), de Jean-Luc Godard
O roteirista de uma adaptação de “A Odisseia” vê seu casamento entrar em crise à medida que sua mulher se envolve com o produtor, revelando sentimentos que corroem a relação.
“Viva Maria!” (1965), de Louis Malle
Nesta comédia de Malle, em um país imaginário da América Latina, a Maria, personagem de Bardot, conhece outra Maria, papel de Jeanne Moreau. Juntas montam um número de circo e se envolvem com um líder revolucionário.
“William Wilson” (1968), de Louis Malle
Em um dos segmentos do filme “Histórias Extraordinárias”, baseado em contos de Edgar Allan Poe, um soldado sádico é assombrado por seu duplo e Bardot interpreta uma jogadora que o desafia no pôquer.
“Shalako” (1968), de Edward Dmytryk
Aristocratas europeus atravessam o deserto do Novo México até entrar em uma reserva indígena, onde a personagem de Bardot é atacada e salva por um guia.
“As Petroleiras” (1971), de Christian-Jaque
Nesse faroeste cômico, Bardot e Claudia Cardinale encarnam a disputa entre famílias após a descoberta de petróleo na propriedade de uma delas.

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