Como você valoriza o teu desequilíbrio?

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Como você valoriza o teu desequilíbrio?



A falta ou desperdício dessa crucialidade que, construímos como consequências, é tudo isso que a vida transpessoal vem poder nos proporcionar

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Como assim! Valorizar o desequilíbrio!? Não seria ao contrário? Veremos! Neste mundo pós-moderno, onde estamos inseridos em: contextos de guerras, violências urbanas, vidas frenéticas, …; muito provável que conheças, pessoas sequeladas, das emoções.

Certa vez, assistia a uma entrevista do historiador Leandro Karnal, onde dizia que as pessoas não se escutam mais; umas às outras. É como vivêssemos, aquela “brincadeira” do passado, do telefone sem fio. O contexto chega todo descontextualizado ao destino. Por exemplo, a pessoa pergunta: – Quem colocou esta mala aqui? A outra responde: – Amanhã eu tiro daí. Ou seja, não foi perguntado, quando, a mala sairá de onde estar; e sim, quem a colocou onde estar. Mas por que isso acontece? Não sei se sabem, mas acontece com muita frequência, no dia a dia das pessoas. Mas, por quê?

Segundo o comunicador, Marcelo Tas, explana: “O desequilíbrio é algo que cada um de nós, agora, nesse momento está vivendo. Assim, a gente vive uma eterna, eh, nascimento e morte de células, né? Esses órgãos estão sempre em movimento, né? Nós somos uma máquina mesmo de desequilíbrio, eh, e de comunicação disso assim. E não usar isso é um desperdício. Partir do corpo, você voltar pro óbvio … ou pra sutileza do óbvio, que a comunicação começa no seu corpo e dependendo do estado que ele está, você vai receber a comunicação de um jeito, eh, e vai reagir de outro. Você vai ter dor na lombar, na hora de chegar em casa, ou no pescoço, ou enfim; ou você vai conviver com essa dor, sem ter; saber da onde que ela vem. E pior, vai ser menos eficiente a consciência da comunicação que ela começa no corpo, que você tem que olhar para isso e depois perceber o efeito que isso tem nas pessoas e tudo mais, é crucial.”



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