Golpes virtuais
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Entenda como se proteger e ao que ficar atento quando for solicitada uma foto ou vídeo do seu rosto em algum atendimento online; confira
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Golpistas têm se aproveitado da necessidade que as pessoas têm de acessar um serviço e também de ofertas enganosas, mas atrativas, para usar o rosto das vítimas em reconhecimentos faciais que acabam em prejuízo financeiro.
O Comprova tem produzido uma série de conteúdos informativos sobre os diferentes tipos de golpes digitais.
Entenda abaixo como se proteger e ao que ficar atento quando for solicitada uma foto ou vídeo do seu rosto em algum atendimento online.
Golpe do Reconhecimento Facial
Como os golpistas abordam as pessoas
Em muitos casos, noticiados amplamente em reportagens, o golpista se passa por um atendente dos mais variados tipos de serviço, como saúde, educação e telefonia, e solicita uma foto do indivíduo para um cadastro.
As ofertas de emprego também podem ser usadas na tática, com solicitação da imagem para fazer cadastro na suposta nova empresa.
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Também existem casos em que o golpista entra em contato com a vítima e diz que ela ganhou um benefício ou brinde.
Ele vai até a casa da vítima e finge tirar uma foto dela para registrar a entrega do benefício, mas, na verdade, o que ele faz é o reconhecimento facial da vítima.
Que táticas os golpistas usam para chamar a atenção?
Os golpistas se aproveitam da necessidade que a vítima tem de acessar um serviço e também de ofertas enganosas, mas atrativas.
Eles também podem se passar por funcionários de órgãos públicos responsáveis por manter cadastros da população, como agentes de saúde municipais.
Qual é o objetivo do golpe do reconhecimento facial?
Os dados biométricos são utilizados em cadastros de instituições financeiras, no portal estatal gov.br, e na maioria das transações que envolvem bens.
Com o reconhecimento facial e os dados coletados, os golpistas podem criar ou entrar na conta do banco e pegar empréstimos.
Também há casos em que os criminosos financiam automóveis e outros bens em nome da vítima.
Como se proteger do golpe de reconhecimento facial?
É importante estar atento a ofertas tentadoras, como promessas de emprego ou distribuição de cestas básicas.
O especialista em cibersegurança Eduardo Nery orienta que, caso seja solicitada uma foto ou vídeo fazendo movimentos do rosto, a vítima deve desconfiar imediatamente.
Além disso, não se deve compartilhar ou confirmar os dados pessoais que o atendente indique parcialmente.
Por exemplo, é possível que o golpista diga o nome da vítima e peça para que ela diga o nome da mãe.
Em caso de dúvida ou suspeita, a orientação é ligar para os canais oficiais da empresa para confirmar se essa é a abordagem padrão.
No caso de abordagens por pessoas que se apresentam como agentes de saúde ou outros servidores públicos, verifique se os atendentes estão devidamente identificados com uniformes, crachás ou outros dispositivos.
Essa atenção também vale para os aparelhos utilizados para fazer a biometria.
Nos estabelecimentos que fazem cadastramento biométrico, esse procedimento é feito por celulares ou outros aparelhos da empresa, que também devem estar identificados.
Para quem denunciar o golpe?
Se desconfiar que foi vítima de um golpe, uma alternativa é consultar o Registrato — ferramenta do Banco Central — para verificar se há empréstimos, financiamentos ou contas abertas em seu nome.
Em caso de atividades suspeitas, a vítima pode entrar em contato com o banco em que foi feita a transação e registrar boletim de ocorrência.
A queixa pode ser feita em uma delegacia da Polícia Civil – ou de forma virtual pelo site da repartição –, Polícia Federal ou Ministério Público.
A organização não governamental SaferNet Brasil também mantém um canal de denúncias e conta com especialistas que podem orientar o usuário nesse processo.
Desconfiou que é golpe? O Comprova pode ajudar a verificar
O Comprova monitora conteúdos suspeitos publicados em redes sociais e aplicativos de mensagem sobre políticas públicas, eleições e possíveis golpes digitais e abre verificações para os conteúdos duvidosos que mais viralizam. Você também pode sugerir verificações pelo WhatsApp +55 11 97045-4984.
Para se aprofundar mais
O Comprova investiga diferentes tipos de golpes virtuais e orienta o leitor a como se proteger de golpes como o do falso emprego e o que fazer quando você recebe uma mensagem no Whatsapp com um código.
A Agência Lupa criou um site que mapeia golpes digitais e orienta vítimas de fraudes.
A checagem foi publicada em 21 de maio de 2025 pelo Comprova — coalizão formada por 42 veículos de comunicação que verifica conteúdos virais.
A investigação foi conduzida por UOL, Correio Braziliense e O Popular, e o conteúdo também passou por verificação do Jornal do Commercio, Estadão e Folha de S. Paulo.
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