Com bar P’Lek, agora se pode petiscar como na Tailândia em São Paulo

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Com bar P’Lek, agora se pode petiscar como na Tailândia em São Paulo


Se a capital paulista melhorou o entrosamento com a comida tailandesa com a chegada do restaurante Ping Yang em 2023, dois anos depois a relação ganha um upgrade. Com a abertura oficial do bar P’Lek nesta sexta-feira (14), agora se pode petiscar como no país asiático.

As duas casas são comandadas pelo mesmo chef, Mauricio Santi, que viveu e trabalhou na Tailândia. O novo negócio segue aquilo que já é feito no restaurante que fica do outro lado da rua: mostrar uma mistura de tradicional e contemporâneo do país.

É essa sensação que o salão proporciona, com tons vermelhos vindos do neon da parede, do tecido que reveste o teto e do disco ball que amplifica a tonalidade no ambiente — composto por balcão e poucas mesas.

Não espere, assim como no Ping Yang, concessões nos sabores picantes, frescos e cheio de temperos não familiares. O cardápio curto é dividido em quatro partes, mas sua estrutura será flexível.

Por ora, entre os petiscos há conservas (R$ 28), amendoim (R$ 18) e uma pele de frango crocante e temperada que lembra um salgadinho (R$ 15) indulgente.

A seção seguinte é chamada de dip, ou pratos crus, que aparecem em duas opções. Uma de carne bovina (R$ 58) tradicional do Nordeste da Tailândia, na divisa com Laos, e outra com peixes e frutos do mar sazonais (R$ 68) com molho nahm jim taleh —de sabor picante e refrescante.

Mesmo que você vá sozinho, ainda vai conseguir avançar no menu e provar mais pratos. Pode seguir, por exemplo, com um dos pok pok, onomatopeia na Tailândia do som feito ao se usar o pilão, e que no cardápio nomeia duas pastinhas. Há uma de berinjela tostada (R$ 27) que não lembra em nada o conhecido babaghanoush —e que vale pela experiência de descobrir como um novo preparo pode transformar o ingrediente familiar.

Vale, porém, guardar um espacinho para as frituras, em especial o bolinho de milho (R$ 36) —com os grãos inteiros colados uns aos outros, servido com molho de pimenta. Por último (no cardápio), mas não menos importante está o cu de galinha (R$ 39), como é chamada a sambiquira (parte que fica no final das vértebras do frango).

Os petiscos criados por Maurício encontram companhia em uma carta de bebidas bem estruturada, assinada por João Piccolo – que fica do outro lado do balcão ajudando o cliente dar match com o pedido do drinque.

João, que antes passou pelo Bargo e Z Deli restaurante, já havia feito a carta de drinques do Ping Yang como consultor. Para isso, passou um mês na casa provando molhos, curries e conhecendo ingredientes. Daí, foi naturalmente parar no projeto do bar.

A carta, porém, não fica tão restrita à Tailândia. Tem uma seção de martínis para iniciados, com quatro outras versões além da clássica. E, falando em clássicos, outros drinques tradicionais também estão bem representados com uísque sour (R$ 54), gim-tônica (R$ 64), daiquiri (R$ 39) e caipirinha.

Mas, se a previsão da noite não for se alongar no número de drinques, vale experimentar um autoral. O tang mo (R$ 46), é uma mistura equilibrada e improvável de cachaça branca, melancia e azeitona. Já o cereal milk (R$ 48) entrega o que promete e parece uma inocente colherada em um bowl com flocos de milho —só que com álcool. Se deixado por último, funciona como docinho, sem exagerar no dulçor.



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