Com apoio do Banco do Nordeste, empresas utilizam benefício fiscal e reinvestem R$ 847 milhões do Imposto de Renda

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Com apoio do Banco do Nordeste, empresas utilizam benefício fiscal e reinvestem R$ 847 milhões do Imposto de Renda


Empresas da região Nordeste, do Norte do Espírito Santo e de Minas Gerais, assistidas pelo Banco do Nordeste (BNB), investiram, entre janeiro de 2023 e janeiro deste ano, mais de R$ 847 milhões em projetos de modernização e melhoria de suas infraestruturas, por meio da utilização do incentivo fiscal do reinvestimento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ).

Os valores consideram parte do IRPJ que pode ser aplicado pelas empresas devido ao benefício Reinvestimento, oferecido pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e operacionalizado pelo Banco do Nordeste.

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Dessa forma, as empresas podem utilizar até 30% do IRPJ devido, calculado sobre o lucro real, para reinvestimento em seus próprios negócios. Os valores servem para custear projetos de modernização ou aumento de eficiência.

Também entram na conta os recursos próprios dessas empresas que precisam ser aplicados no mesmo projeto. Essa contrapartida equivale a 50% do imposto a ser reinvestido. Assim, a cada R$ 10 do IRPJ que será reinvestido, a empresa precisa aplicar mais R$ 5 de recursos próprios.

Em Pernambuco, mais de R$ 90 milhões foram investidos no período utilizando o benefício, entre recursos de imposto de renda, contrapartida das empresas e remuneração do saldo em conta.

O diretor de Ativos de Terceiros do BNB, Thiago Nogueira, reforça o benefício fiscal como uma estratégia de fortalecimento regional. “O reinvestimento permite que os recursos voltem à atividade empresarial impactando diretamente no desenvolvimento da economia, uma vez que promove a inovação, modernização e geração de emprego e renda. As empresas poderão pleitear até 50% desses valores como investimento em capital de giro, dando mais tranquilidade para a operação das empresas”, afirma.

O executivo destaca outra vantagem da operação. De acordo com Thiago Nogueira, os valores depositados são corrigidos pela Taxa Selic até o momento da liberação dos recursos autorizada pela Sudene.



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