No Estado, presidência será de Eduardo da Fonte (PP), que dividirá as atenções com o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil)
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A Federação União Progressista, formada nesta terça-feira (19/08), com grande evento em Brasília (DF), torna-se a terceira maior força política de Pernambuco, com poder para mexer fortemente nas articulações para a eleição do próximo ano.
No Estado, a presidência será do deputado federal do PP, Eduardo da Fonte, que dividirá as atenções com o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, do União Brasil, que pode assumir a vice-presidência local.
Na Assembleia, a agremiação conta com a maior bancada, podendo com isso mexer na composição das comissões da casa em especial as de Justiça, Finanças e Administração.
UP deve crescer mais com janela partidária
O PSB, que tinha a maior bancada na Assembleia, desde que elegeu 14 deputados estaduais em 2022, perdeu o deputado Jarbas Filho, que voltou ao MDB, e esta semana cedeu mais três deputados para outras legendas, com o objetivo de levar a oposição a ter maioria na CPI da Publicidade, deixando a condição de força dominante no Poder Legislativo.
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Em abril a União Progressista crescerá mais ainda com a janela partidária, devendo filiar dois deputados socialistas, France Hacker e Danillo Godoy, que já se comprometeram com Eduardo da Fonte a fazer a mudança partidária – hoje eles já seguem a orientação do PP na Alepe.
Federação vai enfrentar contradições internas
Com toda essa força, no entanto, a Federação vai enfrentar suas contradições internas. Hoje, o PP apoia a governadora Raquel Lyra e o União Brasil está dividido entre Raquel e João Campos.
Os deputados federais do PP, Eduardo da Fonte, Lula da Fonte e Clarissa Tércio estão com a governadora mas o deputado federal do União Brasil Fernando Filho já declarou apoio a João Campos acompanhando o seu irmão, Miguel Coelho. O outro deputado federal da legenda, Mendonça Filho, está de braços dados com Raquel.
Na Assembleia, toda a bancada do PP, formada por oito deputados, apoia a governadora e a da União Brasil, com cinco deputados, tem dois com Raquel e três com João Campos. Além disso, tanto Eduardo da Fonte quanto Miguel Coelho são pré-candidatos ao Senado em 2026 e só haverá vaga para um deles. A não ser , o que seria inusitado, que um dos candidatos a governador ceda as duas vagas disponíveis para os dois, alguém vai precisar se contentar com a disputa para deputado federal.
Expectativas para 2026
O que se comenta nos bastidores é que a União, se conseguir se entender internamente, terá poder para definir o jogo de 2026 para governador em Pernambuco. Os irmãos Coelho já adiantaram, porém, que, mesmo que a nova Federação não apoie João Campos eles estarão com o prefeito do Recife.
Como o PP é o principal partido de sustentação da governadora Raquel Lyra na Alepe, Eduardo da Fonte e Miguel Coelho vão ter um grande desafio pela frente com uma diferença: o PP vai crescer mais com novos deputados chegando e terá uma bancada estadual de 11 parlamentares em abril. Já o União vai perder um dos cinco pois o deputado Romero Sales vai ingressar no PP.
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