Crise sobre liquidez do BRB se acentuou quando o ex-presidente, Paulo Henrique Costa, revelou que não conseguirá cobrar R$ 2 bilhões do Master.
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Um fantasma assusta o Banco Regional do Brasil depois que o seu ex-presidente Paulo Henrique Costa revelou que na sua gestão à frente da instituição não conseguiu reaver R$ 2 bilhões do conjunto de operações com o Banco Máster. Com o risco de sofrer uma intervenção do Banco Central, que é a providência anterior ao processo de liquidação extrajudicial.
Intervenções e liquidação em bancos e empresas no Sistema Bancário Nacional são fatos previsíveis e atualmente, ao menos, 11 instituições do sistema bancário brasileiro estão nessa condição, atualmente incluindo as cinco do Master. Mas o caso do BRB é diferente pelo tamanho da instituição.
Sem balanço
O BRB ainda não publicou os números do terceiro trimestre de 2025, o que já não é um bom sinal. No balancete de junho eles foram apenas uma referência ao Banco Máster quando o banco comunicou ao mercado a ação inicialmente aprovada pelo CADE, a celebração do contrato de aquisição de 58,04% das ações do Banco Máster. A operação, como se sabe, foi vetada pelo Banco Central, o que marcou o início da derrocada do banco de Daniel Vorcaro.
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No balando do segundo semestre o BRB anunciou que trabalhava na estratégia de ser um banco com atuação nacional já estando presente em 18 estados com 1031 pontos de atendimento e presença em 95% dos municípios brasileiros, tinha R$ 17,1 bi em depósitos judiciais em março de 2025 e tivera um lucro líquido recorrente R$ 237,5 milhões e que seu banco de investimentos tinha uma carteira de R$ 7,9 bilhões em ativos totais.
Fatura vencida
O problema é que, no depoimento determinado pelo ministro do STF, Costa revelou um barraco de R$ 2 bilhões decorrente da não devolução pelo Máster da compra de sua carteira, que agora está sob investigação.
O BRB praticamente não teve problemas na B3 no dia seguinte à liquidação do Máster no dia 18 de novembro do ano passado e o mercado acreditava que ele sairia ileso das relações com o banco extinto. Mas quando na última quarta-feira ele publicou uma nota oficial afirmando que em reunião com o liquidante do Máster tinha avançado nas tratativas para reaver recursos que pertencem à instituição. Mas, como credor na liquidação, respeitou a ordem de prioridade dos demais credores, seguindo atuando com firmeza para recuperar todos os compromissos pendentes que a luz de alerta acendeu.
Pressão de Haddad
Mas os dias difíceis do Banco do Distrito Federal parecem ter entrado em nova fase depois que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falando na condição de presidente do Conselho Monetário Nacional, cobrou do governo do Distrito Federal um aporte de 4 bilhões.
Haddad, naturalmente, não pode comentar as decisões do CMN com os bancos. Muito menos esse tipo de cobrança. Mas ainda que não se pronuncie, o fato de não ter desmentido já revela que fez a cobrança em algum momento. O CMN e não o TCU é quem faz a fiscalização das atividades do Banco Central. Por exemplo, quando o BC não cumpre a meta de inflação dentro das bandas de 1,5% para mais ou para menos, é para o presidente do CMN que o presidente da agência reguladora do SFN, Gabriel Galípolo, escreve uma carta explicando.
Arranjar o dinheiro
Saldo negativo em banco não é o fim do mundo, desde que o acionista tenha como arranjar o dinheiro para cobrir o saldo negativo. O problema de uma cobrança como essa é que põe o governador do DF, Ibaneis Rocha, numa situação limite, pois dificilmente o governo da capital federal tem uma sobra de caixa de R$ 4 bilhões.
O BRB se antecipou e afirmou em nota que além de que os possíveis prejuízos ligados à compra de carteiras do Banco Máster ainda estão em apuração pelo Banco Central e pela auditoria independente e que caso sejam confirmados, o BRB possui plano de capital que prevê aporte através de vários instrumentos de recomposição de capital.
Gente da política
Então, ter um buraco desse tamanho preocupa muito o mercado financeiro e, mais ainda, a gente da classe política. Por exemplo, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o governador Ibaneis Rocha (MDB) lideram os cenários para uma eventual disputa ao Senado. Se o BC intervém no BRB, a sua candidatura vai para o espaço.
O problema é que, na medida em que a teia de empresas relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro e aos demais executivos do Banco Máster é revelada pela Polícia Federal, as coisas vão se aproximando do Banco Regional de Brasília, cujo presidente foi afastado no dia da liquidação do Banco Máster.
Perda total
Porque no clima de salve-se quem puder, quando o ex-presidente do banco estatal, Paulo Henrique Costa, afirmou que a instituição não conseguiu recuperar os cerca de R$ 2 bilhões aportados no banco de Vorcaro, está tentando se proteger de alguma forma.
Por isso, quando começam a surgir notícias de que o BRB precisa aportar R$4 bilhões, seus diretores e ex-diretores precisam se explicar na Polícia Federal, a segurança dos ativos depositados na instituição começa a sofrer pressão de saque. Além disso, o BRB venceu a licitação para receber um total de Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDF), da Bahia (TJBA), de Alagoas (TJAL), da Paraíba (TJPB) e Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) que somam conforme declarou no seu último balanço de junho de 2025 nada menos que R$ 17,1 bilhões.

Fernando Haddad prssiona o BRB. – Divulgação Ministério da Fazenda
Haddad vai à forra com Campos Neto
A sabedoria popular ensina que a vingança é um prato que se come frio. Parece claro que o ministro Fernando Haddad está se vingando de Roberto Campos Neto um ano depois que ele deixou o cargo para ser substituído por Gabriel Galipolo. Haddad disse (com razão) numa entrevista nesta segunda-feira que o Banco Central (na gestão de Campos Neto) inventou essa figura (fintechs) com a promessa de só fiscalizar o setor como banco em 2029.
E lembrou que a oposição explorou, quando a Receita Federal quis trazer para dentro da fiscalização da Receita Federal a movimentação do PIX e precisou recuar quando começaram a inventar aquela coisa de taxação que não tinha nada a ver.
Bancarização
Haddad tem razão quando diz que Campos Neto, ao criar as fintechs com o propósito de democratizar o crédito e aumentar a bancarização popular, não ajustou logo a fiscalização que nos levou à Operação Carbono Oculto que identificou o PCC como dono de algumas delas. Mas esquece que o governo Lula foi altamente beneficiado com a inclusão bancária muito além do que a Caixa Econômica paga via Bolsa Família.
E mostra uma visão analógica sobre o modelo de banco digital.
Mas o BC com Campos Neto foi mesmo ingênuo em achar que a facilidade de se operar uma fintech não abre um apertar para o crime organizado despejar seus lucros. Hoje, todo mundo sabe que isso precisa de ajuste e mais rigor para evitar novos casos como o Máster.

Vice-presidente do TRT6, desembargador Eduardo Pugliesi. – Simone Oliveira Rádio Jornal
TRT6 conciliador
No debate da Rádio Jornal sobre “O novo mercado de trabalho” com apresentação da jornalista Natália Ribeiro, o vice-presidente do TRT6, Des. Eduardo Pugliesi revelou que uma ação de conciliação de reclamação pré-processual no tribunal conseguiu fechar, depois de 40 dias, uma convenção coletiva entre o Sindhosp (empresas) e o Sindicato dos Médicos (SIMEPE), acordo que não acontecia há 10 anos.
Segundo ele, o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Disputas criado pelo TRT6 fechou o ano com oito grandes negociações, entre elas uma que conseguiu R$ 20 milhões e pagamento de precatórios à Prefeitura do Recife, a outra com os metroviários cuja greve durou três dias.
Método Halal
Entre os dias 26 e 30 de janeiro no Dubai World Trade Center, em Dubai, acontece a Gulfood 2026, uma das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo com mais de cinco mil expositores de 120 países. A organização do evento tem como expectativa receber 150 mil visitantes qualificados. Com destaque para as empresas que trabalham para o setor de abate de animais, de acordo com a religião muçulmana, o chamado Halal determina que o animal deve ser sacrificado na direção de Meca.
Mercado Imobiliário
Nesta terça (20), às 12h30 na sede da Ademi-PE os secretários Ana Paula Vilaça (Recentro) e Felipe Matos (Habitação) vêm para detalhar o IRCentro. O programa, regulamentado pelo Decreto nº 39.330, cria uma “moeda de troca” urbanística, uma vez que investimentos em reformas e retrofits no Centro do Recife garantem aos empreendedores o direito de construir acima do limite básico em outras áreas valorizadas da cidade. O incentivo está atrelado à Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo (LPUOS) e visa atrair capital privado para a reabilitação da área central.
Carrilho Caxangá
A Construtora Carrilho está anunciando o pré-lançamento do Pátio Hori, primeiro empreendimento da linha Minha Casa Minha Vida nas proximidades da Avenida Caxangá e que contará com rooftop. Serão três torres com uma área de lazer instalada na cobertura de uma delas, alinhando-se à tendência de projetos que valorizam a convivência, bem-estar e o uso qualificado dos espaços comuns, reforçando a presença da construtora em um dos principais corredores urbanos do Recife.

Empresa Comtel – Climatização está fazendo a instalação de todo o sistema de climatização do Hospital da Criança do Recife – Divulgação PCR
Climatização hospitalar
A empresa Comtel – Climatização está fazendo a instalação de todo o sistema de climatização do Hospital da Criança do Recife, equipamento estratégico da rede pública de saúde da capital. As obras estão em ritmo acelerado, com inauguração prevista para o primeiro semestre deste ano. O empreendimento contará com central de água gelada com capacidade total de 1.500 TRs. Com sede no Recife, a empresa é líder em climatização hospitalar na região Nordeste, responsável pela implantação e manutenção de grandes hospitais na Região.
Banda larga cearense
A empresa cearense Brisanet nordestina alcançou a marca de 852 mil linhas ativas em 2025. A cobertura móvel da empresa cresceu 43,9% e atualmente chega em 303 municípios e cobre uma população estimada em 14,7 milhões de pessoas. No segmento de banda larga fixa, a Brisanet segue na liderança do mercado no Nordeste com uma base de 1.554.231 assinantes. Essa cobertura representa uma variação positiva de 43,9% ao longo do último ano, impulsionada pelos investimentos em infraestrutura realizados pela operadora nos últimos anos.

Rede JAH Açaí, Sorvetes e Picolés está chegando a Portugal com sua primeira unidade em Lisboa. – Divulgação
Açaí em Portugal
Liderada pelo empresário Caio Castro e poucos meses após inaugurar sua primeira unidade na Alemanha, a rede JAH Açaí, Sorvetes e Picolés está chegando a Portugal com sua primeira unidade em Lisboa. O novo endereço dá continuidade à estratégia de internacionalização da rede, que já ultrapassa 180 unidades no Brasil.
Móveis no páteo
A Efraim Móveis realiza este mês de janeiro seu primeiro Saldão do Ano com o Feirão de Fábrica no térreo do Shopping Patteo Olinda com preços diretos da fábrica com ampla variedade incluindo mesas, cozinhas moduladas e completas, racks e homes, roupeiros, camas, colchões, além de estofados e diversos outros itens.

Efraim Móveis no Shopping Patteo. – Divulgação

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