Chuck Norris morreu, nesta sexta-feira, aos 86 anos, após uma emergência médica no Havaí, não identificada pela família do astro.
Poucos dias atrás, porém, o astro estava aparentemente bem e postou, na terça-feira retrasada, 10 de março, um vídeo nas redes sociais no qual aparecia lutando. Era o dia de seu aniversário de 86 anos. “Eu não envelheço, eu subo de nível”, escreveu Chuck Norris. “Nada como um pouco de ação em um dia ensolarado para fazer você se sentir jovem.”
O ator e lutador marcial faixa-preta, criador do estilo Chun Kuk Do, era um dos maiores brucutus do cinema americano dos anos 1980, estrela de longas como “Comando Delta” e “Braddock – O Super Comando”.
Segundo o portal TMZ, na quinta, Norris teria sido hospitalizado na ilha de Kauai, e o problema teria se dado de forma repentina. Na ocasião, amigos contatados pelo veículo afirmaram que ele já estaria melhor, de bom humor e fazendo piadas no hospital.
Ao longo da carreira, o artista se notabilizou por usar as suas habilidades de luta para capturar a atenção do público que assistia aos seus filmes.
Na maior parte desses longas, ele salva o dia com movimentos rápidos e chutes certeiros que faziam os oponentes desmoronarem. É isso o que pode ser visto, por exemplo, em “McQuade, o Lobo Solitário”, de 1983. Dirigido por Steve Carver, o longa narra a história de um homem, papel de Norris, que luta contra criminosos que roubaram armas do exército e mataram os amigos dele.
Seu legado não se limitou ao cinema, mas também para a história política dos Estados Unidos. Apesar de não ter disputado ou exercido cargos como outros colegas, a exemplo de Arnold Schwarzenegger, Norris usou sua fama e influência para defender pautas republicanas mais fortemente a partir dos anos 2000, surfando na sua influência conquistada em décadas anteriores.
Defendeu pautas como o direito ao porte de armas, a importância do patriotismo e da religião, apoiando candidatos republicanos e fazendo doações. O cristianismo, aliás, era um dos pontos-chave da sua autobiografia “Against All Odds: My Story”, de 2004, em que detalhou a infância pobre e como sofreu as consequências do alcoolismo do pai.


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