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Esta investigação, publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, trouxe um novo entendimento sobre o papel da cerveja na prevenção de doenças crônicas – f28production/istock
Estudo recente descobriu que a ingestão de cerveja, com moderação, pode contribuir para a melhoria da composição da microbiota intestinal – o que confere ao sistema imunológico o poder de prevenção de doenças crônicas comuns como obesidade, doenças cardíacas e diabetes.
Para entender a relação de causalidade, os pesquisadores observaram um grupo de homens saudáveis, com idades entre 23 e 58 anos, durante quatro semanas.
Durante o experimento, os participantes ingeriram diariamente 330mL de cerveja, sendo esta alcoólica ou não.
Oriunda da fermentação de cereais, a cerveja contribui para a diversidade da microbiota intestinal sem acarretar aumento de peso ou de massa gorda, observaram os especialistas.
Mas qual a relação entre biomarcadores cardiometabólicos e a cerveja?
O estudo mostra que a ingestão da bebida não interferiu significativamente em biomarcadores cardiometabólicos, tais como a glicose, o colesterol LDL e HDL e os triglicérides. Enquanto, curiosamente, a fosfatase alcalina, um importante biomarcador de danos no fígado, rins e ossos, teve sua quantidade reduzida durante o estudo.
Benefícios da cerveja ao intestino
Os benefícios da cerveja à saúde intestinal podem estar relacionados aos polifenóis presentes na bebida, acreditam os especialistas. A exemplo do que ocorre com o vinho tinto.
Ou seja, os efeitos deletérios do álcool, observados em outros estudos, podem ser neutralizados pelas vantagens proporcionadas pelos polifenóis para o microbioma intestinal.
Assim, é possível dizer que bebidas ricas em polifenóis, como a cerveja, podem ser uma abordagem interessante para aumentar a diversidade da microbiota intestinal.
Evidências que levaram os pesquisadores a considerar que as alterações na microbiota intestinal, através de intervenções na dieta, pode contribuir para a prevenção de diversas doenças.

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