Seminário promove análises críticas das obras, do engajamento político e da sensibilidade do artista ao capturar as cenas da vida cotidiana
Publicado em 15/10/2024 às 12:01
| Atualizado em 15/10/2024 às 12:04
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O “Seminário Corpos e Pedras: Artes, Política e Cidades“, realizado em 5 e 6 de novembro, no Museu do Estado de Pernambuco, vai revisitar a vida, obra e legado do pernambucano Abelardo da Hora, considerado um dos mais importantes artistas plásticos modernos do país.
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O evento promove análises críticas das obras, do engajamento político do artista e da sensibilidade de Abelardo ao capturar as cenas da vida cotidiana. Voltado para professores, estudantes, pesquisadores e amantes das artes de um modo geral, o seminário, que é gratuito, terá também intérprete de libras e vai contar com a participação dos representantes da família Clara da Hora, Lenora da Hora e Daniel da Hora. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas através do preenchimento do formulário.
“Participarmos do evento como debatedores é, para mim e minha irmã, motivo de extrema alegria, pois poderemos compartilhar, com o público e com os colegas convidados, experiências e informações a partir de uma visão pessoal e diretamente ligada ao Abelardo da Hora. Estamos honrados com a iniciativa e com o evento”, diz Daniel da Hora.
Programação
A programação começa dia 5 de novembro, às 13h30, com a solenidade de abertura e homenagem. Em seguida, às 14h, a mesa “Corpos e pedras: o imaginário social nas obras de Abelardo da Hora” traz uma reflexão sobre a força política e estética contida nos trabalhos do artista e a sua importância na construção pensamento social pernambucano, nordestino e brasileiro.
No dia 6, às 9h, o tema da mesa “Abelardo da Hora, a paisagem urbana e o contemporâneo nas artes: entre o sensível e o político” debate a importância de Abelardo no engajamento de artistas pernambucanos e a sua influência no desenvolvimento da vida artística e política da cidade, avaliando seus desdobramentos nos dias atuais.
Por fim, às 14h, acontece a mesa “Abelardo e seu legado: os desafios na gestão de patrimônios e acervos artísticos” vai discutir como artistas, gestores e herdeiros podem pensar nos acervos com propósitos culturais e refletir sobre outras possibilidades, seja no âmbito educativo, expositivo ou comercial.
Revisitando o artista
Para o colecionador e diretor do REC Cultural, Diogo Cantarelli, correalizador do evento, trazer esse diálogo no ano em que o artista faria 100 anos é uma forma de celebrá-lo e revisita-lo.
“Abelardo foi um multiartista, mas, para além de tudo o que ele representa no universo das artes, ele também foi professor e formador de importantes nomes do cenário cultural e artístico da cidade. Seu trabalho transformou a paisagem urbana do Recife, e, de certa forma, democratizou o acesso de sua arte disponibilizando-as nos espaços públicos”, enfatizou.
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