A porta-voz do governo Trump defende papel global do governo dos Estados Unidos direcionando críticas à política interna brasileira
Estadão Conteúdo
Publicado em 17/07/2025 às 23:03
| Atualizado em 17/07/2025 às 23:10
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A retórica diplomática entre Brasil e Estados Unidos esquentou, com declarações contundentes de ambos os lados. A Casa Branca, por meio de sua porta-voz Karoline Leavitt, rebateu as críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia sugerido que Donald Trump não deveria agir como um “imperador do mundo”.
Paralelamente, o presidente Donald Trump direcionou críticas ao governo brasileiro em uma carta endereçada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, instando-o a “mudar de rumo”.
Casa Branca defende liderança dos EUA
Em resposta direta a uma entrevista de Lula à CNN Internacional, onde o presidente brasileiro questionou a postura de Trump, Karoline Leavitt afirmou categoricamente que o ex-presidente americano “certamente não está tentando ser o imperador do mundo”.
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Leavitt enfatizou que Trump é “um presidente forte dos Estados Unidos da América e também é o líder do mundo livre”, atribuindo uma “grande mudança em todo o globo” à sua “liderança firme”.
As declarações de Lula, que repercutiram em Washington, haviam apontado para a necessidade de Trump focar na governança dos Estados Unidos, em vez de assumir um papel global hegemônico.
“Seria muito melhor estabelecer uma negociação primeiro, e depois alcançar um acordo possível, porque nós somos dois países que temos boas relações por 200 anos”, argumentou o líder brasileiro na entrevista.
Trump ataca governo brasileiro

Presidente Trump. – Divulgação
Em um movimento que adiciona mais uma camada à complexa relação bilateral, Donald Trump enviou uma carta a Jair Bolsonaro, publicada em sua plataforma Truth Social, onde exige que o governo brasileiro “mude de rumo” e “pare de atacar oponentes”.
Trump expressou “grande preocupação sobre os ataques à livre expressão – tanto no Brasil, como nos EUA – vindo do atual governo”.
A carta de Trump não se limitou a críticas veladas. Ele afirmou ter manifestado sua desaprovação publicamente e por meio de sua política de tarifas.
A manifestação veio acompanhada de medidas concretas: na terça-feira, o governo dos EUA iniciou uma investigação contra o Brasil por práticas comerciais consideradas “injustas ou discriminatórias”, que “restringem ou oneram o comércio” com empresas americanas.
Lula se pronunciou em rede nacional
Em um golpe adicional, Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil a partir de 1º de agosto.
Apoio a Bolsonaro e crítica ao “sistema injusto”
Na mesma carta, Trump defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que ele recebe um “tratamento terrível pelas mãos de um sistema injusto” e que seu julgamento “tem de terminar imediatamente”.
O ex-presidente americano descreveu Bolsonaro como um “líder forte e altamente respeitado que serviu muito bem ao seu país”, expressando não estar surpreso com sua liderança nas pesquisas de opinião.





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