Pelo menos um milhão de pessoas usam transportes rodoviários clandestinos por mês e colocam a vida em risco nas estradas para o interior do Estado
Publicado em 25/02/2025 às 12:28
| Atualizado em 25/02/2025 às 12:36
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Pelo menos um milhão de pessoas usam o transporte clandestino de passageiros para o interior de Pernambuco todo mês. E, na época do Carnaval, esse número aumenta. O perigo de realizar viagens clandestinas por rodovias – que exigem mais habilidade dos condutores e têm uma sinistralidade muito maior do que as vias urbanas devido à velocidade desenvolvida – muitas vezes é deixado de lado pela pressa ou economia.
Para alertar a população sobre os riscos de usar o transporte clandestino intermunicipal, principalmente no feriadão de Carnaval, o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviarios de Passageiros do Estado de Pernambuco (Serpe) lançou a campanha “Diga Nao ao Transporte Clandestino”.
O Serpe é formado por cinco empresas de ônibus rodoviário, que operam 87 linhas com uma frota de 300 ônibus. O sistema atende todos os municípios do interior do Estado, a partir da região da Zona da Mata, passando pelo Agreste e chegando ao Sertão. São mais de 21 mil viagens por mês, transportando 1 milhão de passageiros mensalmente e percorrendo 2,5 milhões de quilômetros rodados.
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“O objetivo da nossa campanha e alertar a população sobre a importância de realizar viagens intermunicipais em empresas legalizadas. Com a proximidade do Carnaval, o índice de acidentes (sinistros de trânsito) nas viagens para o interior aumenta. Por isso, viajar por empresas habilitadas garante ao passageiro a legalidade, a segurança e a pontualidade do serviço”, alerta a assessora da presidência do Serpe, Erica Souto.
O PERIGO DO TRANSPORTE CLANDESTINO EM NÚMEROS

Transporte clandestino é perigoso e aumenta na época do Carnaval – Divulgação
Além do transporte clandestino, operado por veículos irregulares, o Serpe estima que em Pernambuco também têm circulado aproximadamente 20 mil veículos autorizados de forma indevida pela Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI) – órgão gestor do transporte intermunicipal no Estado.
A autorização, segundo o Sindicato, contraria a legislação existente e a Concepção Operacional e Tarifária do Sistema de Transporte Coletivo Intermunicipal de Passageiros do Estado de Pernambuco (STCIP/PE). São linhas operadas sem itinerário regular, sem tarifa definida e sem transportar gratuitamente idosos e pessoas com deficiência, o que gera prejuízos irreparáveis ao setor.
“Por serem clandestinas, essas viagens não têm atenção com a pontualidade, os trajetos e, o que é o mais importante: a segurança no transporte de pessoas. Essa ilegalidade coloca centenas de vidas humanas em risco todos dias”, alerta Érica Souto.
Segundo o Serpe, a falta de fiscalização é o ponto chave do problema na concorrência desleal. E essa ausência fica evidenciada pelo descumprimento da Lei Estadual nº 14.017, de 2010, que define penalidades para o transporte intermunicipal remunerado não autorizado de passageiros na Região Metropolitana do Recife.
“Esse tipo de deslocamento esta proibido desde 2005, mas não conta com uma ação efetiva de combate pelos órgãos do governo do Estado”, destaca o sindicato.
POR DENTRO DA CAMPANHA CONTRA O TRANSPORTE CLANDESTINO

Para alertar a população sobre os riscos de usar o transporte clandestino intermunicipal, o Serpe lanc?ou a campanha “Diga Na?o ao Transporte Clandestino” – Divulgação
A campanha será dividida em etapas e terá as redes sociais como foco inicial. As ações de conscientização também serão realizadas na Semana Santa e no São João, períodos de grande movimentação de passageiros para o interior do Estado.
Outro objetivo da campanha é educar o cidadão a identificar se um veiculo intermunicipal (taxi, van, micro-ônibus ou ônibus) esta regular. A campanha mostra uma cena na estrada com um passageiro solitário e o slogan “Não corra o risco de terminar sua viagem de carnaval assim. Diga não ao transporte clandestino”.
“A ideia e chamar atenção para a falta de compromisso do transporte irregular e que os planos de viagem podem acabar não se realizando pela irresponsabilidade desse tipo de deslocamento”, reforça Érica Souto.
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