Brigitte Bardot, morta aos 91 anos, personificou uma vida de liberdade, afirmou o presidente da França Emmanuel Macron em publicação no X, o antigo Twitter.
“Seus filmes, sua voz, sua fama deslumbrante, suas iniciais, suas tristezas, sua paixão e generosidade com os animais. Brigitte Bardot personificava uma vida de liberdade. Uma existência francesa de brilho universal. Lamentamos a perda de uma lenda do século”, escreveu Macron.
Brigitte Bardot, morta aos 91 anos, estava longe dos holofotes no fim da sua vida e se concentrava no ativismo pelo direito dos animais. Sua morte foi confirmada neste domingo pela fundação que leva o nome da atriz.
A política Marine Le Pen, presidente do Rassemblement National (RN), um partido de extrema-direita da França, também comentou a morte da atriz. “Ela era incrivelmente francesa. Livre, indomável, íntegra. Sentiremos muito a sua falta”, disse Le Pen, também no X.
Bardot encerrou sua carreira no cinema em 1973 após 45 filmes rodados, tendo trabalhado com importantes cineastas, como Roger Vadim, Louis Malle e Jean-Luc Godard.
Entre os destaques do seu currículo estão os longas “As Grandes Manobras”, de René Clair, lançado em 1955, “O Desprezo”, que Godard lançou em 1963, e, na reta final, “As Petroleiras”, de Christian-Jaque, que estreou em 1971.
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