Movimento ocorre após a PF apontar omissões do BRB na compra de carteiras falsas de R$ 12,2 bilhões e após a Justiça determinar a soltura de Vorcaro
Notícia
É o fato ou acontecimento de interesse jornalístico. Pode ser uma informação nova ou recente. Também
diz respeito a uma novidade de uma situação já conhecida.
Artigo
Texto predominantemente opinativo. Expressa a visão do autor, mas não necessariamente a opinião do
jornal. Pode ser escrito por jornalistas ou especialistas de áreas diversas.
Investigativa
Reportagem que traz à tona fatos ou episódios desconhecidos, com forte teor de denúncia. Exige
técnicas e recursos específicos.
Content Commerce
Conteúdo editorial que oferece ao leitor ambiente de compras.
Análise
É a interpretação da notícia, levando em consideração informações que vão além dos fatos narrados.
Faz uso de dados, traz desdobramentos e projeções de cenário, assim como contextos passados.
Editorial
Texto analítico que traduz a posição oficial do veículo em relação aos fatos abordados.
Patrocinada
É a matéria institucional, que aborda assunto de interesse da empresa que patrocina a reportagem.
Checagem de fatos
Conteúdo que faz a verificação da veracidade e da autencidade de uma informação ou fato divulgado.
Contexto
É a matéria que traz subsídios, dados históricos e informações relevantes para ajudar a entender um
fato ou notícia.
Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
determinado assunto. Traz dados, estatísticas, contexto histórico, além de histórias de personagens
que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.
Clique aqui e escute a matéria
O Banco de Brasília (BRB) pedirá à Justiça Federal de Brasília para ingressar como assistente de acusação na ação movida contra o Banco Master. A decisão partiu do Conselho de Administração da estatal nesta sexta-feira (28). A informação foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmada pelo Estadão.
De acordo com a investigação, o Master vendeu carteiras de crédito falsas de R$ 12,2 bilhões ao BRB, que chegou a oficializar a intenção de comprar o banco em março deste ano. Essa operação seria uma forma de ocultar as fraudes, segundo apurações no âmbito da Operação Compliance Zero.
Como mostrou o Estadão, a investigação da Polícia Federal listou uma série de falhas e omissões do BRB no caso. A análise da PF identificou falhas graves na governança do banco público e apontou que o BRB deliberadamente ignorou as inconsistências nas carteiras de crédito, apenas para repassar recursos e tentar impedir o banco de Vorcaro de quebrar.
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×350-area” });
}
‘;
window.pushAds.push({ id: “banner-300×250-4” });
}
O BRB, em comunicado divulgado à imprensa, afirmou que as carteiras foram liquidadas ou substituídas e que não há exposição para o banco.
Sob nova direção
O BRB informou que Nelson Antônio de Souza tomou posse, nesta quinta-feira (27), do cargo de presidente da instituição. Ele também assume, cumulativamente, a posição de diretor executivo de Finanças, Controladoria e Relações com Investidores da instituição, controlada pelo governo do Distrito Federal. A posse havia recebido autorização do Banco Central na véspera.
Souza assume o posto após a operação da Polícia Federal deflagrada no dia 18, para apurar crimes da gestão do Banco Master, ter resultado no afastamento de Paulo Henrique Costa, que havia conduzido a tentativa de compra de parte do banco privado, anunciada em 28 de março e desde então alvo de investigação.
Nesta sexta-feira (28), a desembargadora Solange Salgado, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), determinou a soltura de Daniel Vorcaro, dono do Master, e de outros quatro investigados pela Polícia Federal no caso. Entre eles estão diretores e funcionares da instituição financeira.
Vorcaro havia sido preso pela Polícia Federal no último dia 17, no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, de onde viajaria com destino a Dubai, nos Emirados Árabes. Ele foi detido no raio-x instantes antes do embarque. No dia seguinte, o Banco Central determinou a liquidação do Master.
Nesta sexta, a magistrada entendeu que Vorcaro não representa risco à sociedade e determinou medidas cautelares para mitigar risco de fuga, como retenção de passaporte e a monitoração eletrônica.
“Todavia, não obstante a presença inicial dos elementos justificadores do decreto prisional, cumpre destacar que os delitos atribuídos ao paciente não envolvem violência ou grave ameaça à pessoa”, argumentou a desembargadora em sua decisão.

/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2609662897.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)




/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2608739105.png?w=300&resize=300,300&ssl=1)






/catracalivre.com.br/wp-content/uploads/2026/03/creation-2609662897.png?w=150&resize=150,150&ssl=1)



