O ex-presidente Jair Bolsonaro terá atendimento de equipe médica em tempo integral durante prisão preventiva na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal.
A determinação integra decisão proferida na manhã deste sábado (22) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A prisão preventiva do ex-presidente tem caráter cautelar e teve como motivações risco de fuga e obstrução de medidas judiciais, como violação da tornozeleira eletrônica.
Jair Bolsonaro terá acesso a atendimento médico em tempo integral, em regime de plantão. Além disso, todas as visitas deverão ser previamente autorizadas pelo STF, “salvo dos advogados regularmente constituídos e com procuração nos autos, bem como da equipe médica que acompanha o tratamento de saúde do réu”.
No último mês de setembro, o ex-presidente recebeu atendimento de emergência após mal-estar, pré-síncope, vômitos e queda da pressão arterial. Jair Bolsonaro passou a noite no hospital, onde foi levado pela equipe de policiais penais que faz a vigilância de sua casa.
Outra medida estabelecida na prisão preventiva foi o cancelamento de todas as autorizações de visitas deferidas ao ex-presidente.
Moraes também pediu a convocação de sessão extraordinária da Primeira Turma do STF para referendar a decisão na segunda-feira (24).
A prisão domiciliar de Bolsonaro não está ligada ao cumprimento de pena. Segundo a decisão, foram identificados “acontecimentos com potencial de prejudicar o cumprimento de eventuais medidas judiciais decorrentes do trânsito em julgado da ação penal”.




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