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Os dados foram observados na Semana Epidemiológica 17, entre 20 e 26 de abril; o cenário nacional aponta uma tendência de crescimento dos casos
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Com informações da Agência Fiocruz de Notícias
Divulgado nesta quarta-feira (30), o boletim InfoGripe da Fiocruz registrou números alarmantes de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por todo o País, provocada pelo vírus sincicial respiratório (VSR).
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o VSR foi o principal causador de SRAG, com prevalência de 57% entre os casos positivos, seguido da influenza A, com 21,8%.
Os vírus seguem provocando o crescimento expressivo de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e hospitalizações entre crianças pequenas.
O aumento de casos tem ocorrido em estados das regiões Centro-Sul, Norte e Nordeste do País, alcançando níveis de incidência que variam de moderado a muito alto. O estudo é referente a Semana Epidemiológica (SE) 17, período de 20 a 26 de abril.
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Hospitalizações
A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa do Processamento Científico da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, informa que, nesta semana, os cientistas seguem observando, em diversos estados, a tendência de aumento das hospitalizações por SRAG associado ao vírus influenza.
No entanto, segundo a atualização, apenas no Mato Grosso do Sul, no Amazonas e no Pará essas internações atingem níveis de incidência de moderado a muito alto. Nas demais unidades da federação, o número de novas internações por influenza, principalmente entre os idosos, ainda permanece baixo.
“O rinovírus também tem contribuído para o aumento de SRAG entre crianças e adolescentes de dois a 14 anos, embora já haja sinais de desaceleração desse crescimento. Já as hospitalizações por influenza A, que atingem principalmente a população de jovens, adultos e idosos, têm crescido em muitos estados do país, atingindo níveis de incidência moderada a alta nos idosos no Amazonas, Mato Grosso do Sul e Pará”, informa a pesquisadora.
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Tendências
No Brasil, observa-se sinais de aumento nas tendências de longo prazo (últimas seis semanas). De acordo com Tatiana Portella, esse cenário é um reflexo do aumento das infecções por VSR em muitos estados e o crescimento de infecções por influenza A.
O boletim mostra risco ou alto risco de SRAG — com crescimento na tendência de longo prazo — nos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins e no Distrito Federal.
Apesar de classificado na situação de “segurança”, Pernambuco também apresenta uma probabilidade de crescimento de mais de 95%.
Cuidados com as crianças
A época de sazonalidade dos vírus respiratórios — de março a agosto — provoca preocupação com a saúde das crianças, principalmente aquelas menores de dois anos.
Por conta da circulação desses vírus, a pesquisadora Tatiana Portella reforça a importância de cuidados, como a manutenção da etiqueta respiratória ao apresentar sintomas de gripe ou resfriado, com o uso de máscara em locais com maior aglomeração de pessoas e dentro dos postos de saúde.
Portela ainda chama atenção que é fundamental que todas as pessoas elegíveis se vacinem contra o vírus da influenza o quanto antes.
A médica pediatra Mayara Dias, gerente de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente de Pernambuco, alerta para a importância da vacinação. “Vacinas como a da gripe (influenza), Covid-19 e outras previstas no calendário infantil são essenciais para reduzir o risco de complicações e hospitalizações”.
Ela ainda reforça a relevância do aleitamento materno para prevenir doenças e infecções em crianças pequenas. “O leite materno tem anticorpos que ajudam a proteger os bebês de infecções, inclusive as respiratórias”, explica.
A especialista também aconselha que os pais evitem locais fechados e com pouca ventilação, especialmente para crianças com menos de seis meses.
- Priorize espaços abertos;
- Não envie para a creche ou escola crianças com sintomas respiratórios, como tosse, febre ou coriza;
- Leve as crianças de seis meses a menores de seis anos para serem vacinadas.





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