Socorro financeiro aos Correios está longe de um acordo, Alcolumbre e o STF, Lula e Alcolumbre e as encrencas de Brasília. Jorge Messias agradece
Romoaldo de Souza
Publicado em 03/12/2025 às 22:14
| Atualizado em 03/12/2025 às 22:46
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‘O TEMPO É O MELHOR JUIZ’
Logo após receber o advogado-geral da União, Jorge Messias — indicado pelo presidente Lula da Silva (PT) para o Supremo Tribunal Federal — o senador Humberto Costa (PT-PE) disse à coluna que o “ligeiro percalço” para marcar a sabatina “não vai causar maiores problemas” e que, “de certa forma”, o intervalo adicional é até propício para arregimentar os votos que Messias ainda não tem.
‘DATA VENIA’
54 dias separam o protocolo da ação, feita pela AMB, e a sabatina do procurador-geral da República, Paulo Gonet, reconduzido pela maioria dos senadores. Quando inquirido, ninguém perguntou a Gonet sobre o questionamento jurídico do “sindicado dos juízes”. Essas sabatinas precisam ser melhor orientadas.
RENTISMO NAS ALTURAS
A direção dos Correios e os dirigentes dos bancos que formaram um pool para salvar a empresa ainda não chegaram a uma conclusão sobre a redução da taxa de juros de 20% para garantir o empréstimo de R$ 20 bilhões. Para a equipe econômica, a avaliação é que as exigências das instituições financeiras estão além do razoável.
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FORA DA PF
Os delegados Alexandre Ramagem e Anderson Torres não fazem mais parte dos quadros da corporação. Ambos foram condenados no processo de tentativa de golpe de Estado. Atualmente, Anderson Torres está no presídio da Papuda, em Brasília e Alexandre Ramagem é deputado federal (PL-RJ) foragido, refugiado nos Estados Unidos.
O REI DA SALIVA
Cheio de argumentos bem-humorados, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) disse que Jorge Messias “dissemina otimismo” em busca dos votos “que ainda não tem” e que “a saliva é o melhor remédio” para tentar romper as barreiras. “Ele terá mais calma para conversar individualmente com cada senador”.
BRAÇOS CRUZADOS…
…máquinas paradas’. O documentário dirigido por Roberto Gervitz e Sérgio Toledo (1979) faz registro do “ressurgimento do movimento operário” brasileiro do final da década de 1970. Hoje, a falta de consenso entre representantes dos caminhoneiros dificulta “engatar um movimento” de paralisação da categoria. O perfil ideológico da greve pesou para que faltasse “quórum” para que os motoristas parassem os caminhões a partir da próxima semana.
PENSE NISSO!
A decisão monocrática do decano da Corte, ministro Gilmar Mendes, é o puro suco da dinâmica de poderes da República.
De um lado, podemos detectar a toada do rabo preso. Políticos que cometeram algum tipo de traquinagem, mesmo pequenos desvios de dinheiro público, contratando funcionários que nem sequer sabem onde está o local do trabalho.
Do outro, temos uma esquerda festiva, inconformada e pronta para virar a mesa que a qualquer derrota recorre ao plantão do Judiciário sempre que fracassam nas votações.
Como Gilmar Mendes singrou águas plácidas e tormentas em “alto mar”, ele sabe a hora de “dar um susto”. Não pegou nem no STF a rusga de Lula com o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) no espinhoso processo de indicação de Messias para o STF.
A lenda urbana de Brasília é: “nada que uma garrafa de ‘Pêra-Manca’, safra 2008 não resolva.”
Pense nisso!

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