Dominando a comunicação influenciam resultados em larga escala, concentram poder e se tornam perigosos como é perigosa toda concentração de poder.
Publicado em 03/01/2025 às 5:00
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Investigativa
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Especial
Reportagem de fôlego, que aborda, de forma aprofundada, vários aspectos e desdobramentos de um
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que são afetados ou têm relação direta com o tema abordado.
Entrevista
Abordagem sobre determinado assunto, em que o tema é apresentado em formato de perguntas e
respostas. Outra forma de publicar a entrevista é por meio de tópicos, com a resposta do
entrevistado reproduzida entre aspas.
Crítica
Texto com análise detalhada e de caráter opinativo a respeito de produtos, serviços e produções
artísticas, nas mais diversas áreas, como literatura, música, cinema e artes visuais.

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O que ainda falta para alguns dos mais ricos do mundo? Dinheiro não é. Impossível gastar tanto, mesmo se quisessem. Não falta nada, com exceção de certos valores na personalidade.
Têm domínio sobre as comunicações, produzem energia, são capazes de encaixar um foguete de ré, voltando do espaço, com precisão milimétrica. Espalham modernidade e tecnologia, opinam, influenciam milhões de seguidores. Por vezes, se contrariados, tentam encurralar a justiça de um país, jogam pesado, mas até certo ponto. Entram como leões, saem como for conveniente para os seus balanços. Não precisam de dinheiro, mas gostam dele e se houver ameaça de prejuízo recuam como se nada.
São livres para escolher suas posições políticas, direita, esquerda ou o que for, como todo mundo tem. Votam e seus votos contam mais. Alguém dúvida que dinheiro influencia o resultado das eleições também no hemisfério norte?
Um bilionário pode ser contra imigrantes, aliás a maioria gostaria que não existissem, mas não simplesmente mandando de volta para enfrentar condições políticas e sociais incompatíveis com a vida. Se querem melhorar o mundo poderiam dar atenção aos países pobres, mas preferem o extermínio e fazem isso sem nenhum desconforto, sem perder o sono.
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Na falta do que mais conquistar, passam a ter caprichos como brincar de donos do mundo, às vezes sem paciência para ouvir o som das urnas. Preferem culpá-las.
São impulsivos e determinados.
Alguns sofrem pesadelos com urnas eletrônicas despejando resultados contrários aos seus sonhos, mas não reclamam de fraude quando vencem e isso está acontecendo em vários países.
O megalomaníaco que faz fortuna tende a achar que sua receita deveria ser seguida, como se todo mundo concordasse com suas estratégias. Alguns parecem não lembrar que começaram sonegando impostos, comprando produtos roubados, fraldando licitações, praticando concorrência desleal, invadindo terras, vendendo a alma ao diabo e assim largaram na frente dos que seguem as regras legais. Chamam isso de competência. Prescrevem sua receita para o sucesso como se todos tivessem os mesmos padrões éticos e de honestidade que os seus.
O dinheiro pesa tanto que a sociedade esquece o alicerce da fortuna, passa a admirar, invejar e seguir os bilionários.
Dominando a comunicação influenciam resultados em larga escala, concentram poder e se tornam perigosos como é perigosa toda concentração de poder. Foram contabilizadas muitas inverdades postadas que tiveram visualizações na escala de bilhões, manipulando e distorcendo a opinião pública. Com essa força e sendo mais difícil assumir e manter o papel de dono do mundo por via democrática limpa, existe o risco de que embarquem nas asas do extremismo.
Recentemente o maior deles manifestou simpatia pelo AfD (Alternativa para a Alemanha), partido ultradireitista acusado de abrigar neonazistas. Divulgou em sua rede social: “apenas o AfD pode salvar a Alemanha.”
Alegam liberdade de pensamento e expressão, mesmo quando só direcionam os canhões para defesa do seu projeto de poder.
O início de um novo ano é um bom momento para reflexões. O planeta que se cuide para colocar um freio nessa força descomunal.
É mais fácil um camelo entrar no fundo de uma agulha do que o mundo melhorar através dos caprichos de bilionários.
Um 2025 produtivo e com SAÚDE para todos.
Sérgio Gondim, médico
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