Eles têm um obstáculo em comum a ser vencido até o mês de julho de 2026, quando se realizam as convenções partidárias para escolhas das chapas aptas
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Dois dos mais citados candidatos ao Senado em 2026, a ex-deputada federal Marília Arraes – a primeira em todas as pesquisas – e o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho têm um obstáculo em comum a ser vencido até o mês de julho de 2026, quando se realizam as convenções partidárias para escolhas das chapas aptas para concorrer aos cargos de governador, senador e deputados federais e estaduais em Pernambuco. Marília está em um pequeno partido, o Solidariedade, que não lhe dá condições de reciprocidade em tempo de TV com o candidato a governador que a colocar como parceira e Miguel está em um partido grande, o União Brasil, que formou Federação União Progressista com o PP onde outra liderança, o deputado federal Eduardo da Fonte, é também pré-candidato ao Senado.
Além disso, Miguel para ter a candidatura promulgada pela Federação terá que convencer o PP a sair da base da governadora Raquel Lyra e migrar para o campo adversário, do prefeito João Campos. Marília está conversando com várias legendas com o objetivo principal de formar uma federação com o Solidariedade e o PRD, que estão dispostos a caminhar juntos ( os dois formam uma bancada de 10 deputados). O PSB tem 16 deputados federais, só seis a mais que o Solidariedade e PRD mas tem maior escopo partidário com figuras como o vice-presidente Geraldo Alckmin, o prefeito João Campos, que preside a legenda nacionalmente, e o ex-governador de São Paulo, Márcio França.
Outros dois pré-candidatos ao Senado têm um partido grande mas não se entendem. É o caso do ex-prefeito de Jaboatão Anderson Ferreira e do ex-ministro do Turismo Gilson Machado. Ambos são do PL, mas sequer se falam. A situação no partido é de incerteza pois o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, quer a candidatura de Anderson e o ex-presidente Jair Bolsonaro prefere Gilson. Enquanto isso, o próprio Gilson está em prisão domiciliar decretada pelo ministro Alexandre de Moraes que, até agora, não respondeu aos pedidos de seus advogados para que lhe concedam a liberdade. Gilson teria, segundo o ministro, ajudado o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, antes da delação, a tentar obter visto para entrar em Portugal, o que Gilson nega.




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