Em ligação, o presidente do STF combinou estratégia de reação unificada; ministros preveem aumento da pressão dos EUA com a proximidade do julgamento
JC
Publicado em 09/07/2025 às 22:30
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, conversou por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (9) para alinhar uma estratégia de reação institucional do Brasil à crise aberta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A principal decisão foi de que os integrantes da Corte não se manifestarão publicamente sobre o caso, cabendo ao Itamaraty a tarefa de porta-voz do Estado brasileiro.
A conversa ocorreu após Trump anunciar a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, justificando a medida como uma resposta a ações do STF, incluindo o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Apesar do silêncio oficial combinado, ministros do Supremo, em conversas reservadas com o Estadão, foram enfáticos: a pressão norte-americana não vai demover a Corte de julgar Bolsonaro.
Eles afirmaram que não se impressionarão com os ataques e que o julgamento por tentativa de golpe de Estado, previsto para o fim de agosto ou início de setembro, será realizado normalmente. A expectativa no tribunal é de que o ex-presidente seja condenado.
Essa não é a primeira vez que a gestão Trump dá sinais de descontentamento com o Judiciário brasileiro. Em maio, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anunciou restrições de visto a “funcionários estrangeiros cúmplices na censura de americanos”, em um recado que foi interpretado como sendo direcionado ao ministro Alexandre de Moraes.
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Pouco depois do anúncio das tarifas, o ministro do STF Flávio Dino publicou em sua conta pessoal uma mensagem sobre a importância do tribunal. Sem citar diretamente a crise, ele disse ser “uma honra integrar o Supremo Tribunal Federal, que exerce com seriedade a função de proteger a soberania nacional, a democracia, os direitos e as liberdades”.
A articulação entre Barroso e Lula busca apresentar uma frente unificada do Estado brasileiro, tratando as ameaças de Trump como uma questão de política externa e de defesa da soberania, e não como um tema a ser debatido individualmente pelos ministros da Corte.
(Com informações do Estadão Conteúdo).

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