Bancada do Governo marca reunião para definir passos sobre projetos com impasse na Alepe

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Bancada do Governo marca reunião para definir passos sobre projetos com impasse na Alepe



A bancada vai fazer análise do texto das PECs em tramitação que provocaram impasse, quando alguns deputados enxergaram pontos sensíveis no material

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Na próxima segunda-feira pela manhã a bancada do Governo na Assembleia vai se reunir para fazer uma análise pormenorizada do texto das PECs em tramitação na casa que provocaram um impasse esta semana quando alguns deputados mais experientes enxergaram pontos sensíveis no material que receberam já em cima da hora e por isso não só votaram contra os mesmos na Comissão de Justiça como, com os demais governistas, não compareceram ao plenário na terça-feira, impedindo que a reunião se realizasse. O quórum necessário para votação de PECs (Projetos de Emenda Constitucional) é de 30 votos sim e menos de 10 deputados se encontravam no plenário na hora em que a reunião foi aberta pelo presidente Álvaro Porto.

Um dos deputados governistas que esteve presente aos muitos encontros realizados no Palácio e na própria Alepe esta semana informou a este blog que o sentimento da base é de apreensão mas não há uma decisão tomada de votar contra as PECs: “queremos esclarecimentos pois se trata do futuro do estado e não dá mais, infelizmente, para acreditar nos bons propósitos de alguns integrantes da mesa-diretora. Além disso, o clima acirrado impede, como aconteceu muitas vezes na Assembleia, de se votar tudo que fosse proveniente da mesa sem contestação”.

Em meio ao impasse, alguns deputados do Governo, que têm mais proximidade com o presidente Álvaro Porto, se propõem a procura-lo, depois da reunião da segunda, para tentar estabelecer um diálogo entre as partes, através de mudanças nos textos ou mesmo da retirada de pauta dos projetos mais conflitantes, de forma a permitir que a Alepe volte a funcionar normalmente. Há um entendimento de que não é urgente a aprovação de todas as PECs analisadas e que não haveria prejuízo para o Legislativo o adiamento das decisões, inclusive sobre as emendas.



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