Aulão no Recife reúne 500 alunos da rede pública para focar no controle da ansiedade antes do Enem

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Aulão no Recife reúne 500 alunos da rede pública para focar no controle da ansiedade antes do Enem


Encontro no Teatro RioMar, promovido pelo IJCPM, deu dicas de como administrar o equilíbrio emocional na véspera das provas, que começam no dia 9/11

Por

JC


Publicado em 30/10/2025 às 22:00



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Na reta final para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o equilíbrio emocional pode ser tão decisivo quanto o conteúdo acadêmico. Com as provas marcadas para os dias 9 e 16 de novembro, a pressão sobre os estudantes aumenta, gerando sintomas como ansiedade, insônia e falta de concentração.

Para ajudar a controlar essa tensão e revisar os últimos conteúdos, um aulão promovido pelo Instituto João Carlos Paes Mendonça de Compromisso Social (IJCPM) reuniu, nesta quinta-feira (30), cerca de 500 estudantes de escolas públicas da Zona Sul do Recife, no Teatro RioMar.

Durante o encontro, educadores e psicólogos focaram em estratégias para administrar as emoções na véspera do exame.

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Menos telas, mais relaxamento

Entre as principais orientações repassadas aos estudantes, estão a importância de exercícios de respiração, manter oito horas de sono contínuas, optar por alimentos mais leves e saudáveis, e reduzir o tempo de uso de telas, evitando-as principalmente duas horas antes de dormir.

A psicóloga Juliana Barros, instrutora de Inteligência Emocional do IJCPM, explicou que o consumo excessivo de informações fragmentadas nas redes sociais tende a aumentar a ansiedade. “Para quem se dedicou aos estudos o ano inteiro, sugiro trocar as interações virtuais por interações físicas, encontrar os amigos, se divertir sem excessos, buscar a descompressão”, recomendou.

A pressão de ser o primeiro

Os estudantes Clarisse Souza e Jorge Eduardo, ambos de 18 anos e alunos do curso Pré-Universitário gratuito do IJCPM, buscam vagas em Enfermagem e Veterinária, respectivamente. Eles carregam a expectativa de serem os primeiros em suas famílias a ingressar no Ensino Superior.

Segundo a psicóloga Juliana Barros, esse contexto social adiciona uma camada extra de estresse. “Para muitos, entrar numa universidade representa a possibilidade de mudar de vida, de ascender economicamente, o que gera uma sobrecarga de ansiedade e autocobrança”, explicou.

Ela ponderou, no entanto, que um nível equilibrado de ansiedade pode ser um aliado, servindo como uma “energia da expectativa” para manter o estudante em alerta para o horário da prova e a documentação necessária.





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