Os atores Liev Schreiber, Mayim Bialik e Debra Messing estão entre os mais de 1.200 signatários de uma carta criticando o boicote a empresas cinematográficas israelenses. No documento, eles afirmam que a iniciativa amplia a propaganda antissemita.
No começo deste mês, cerca de 1.500 profissionais do cinema, incluindo Olivia Colman, Javier Bardem e Mark Ruffalo, anunciaram que deixarão de trabalhar com instituições israelenses que acusam de estar “envolvidas no genocídio” em Gaza.
“Neste momento de crise, em que muitos dos nossos governos permitem o massacre em Gaza, devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para responder a essa cumplicidade”, afirmam no texto.
Em resposta, artistas lançaram uma carta nesta quinta-feira (25) condenando o boicote. “Conhecemos o poder do cinema. Conhecemos o poder da narrativa. É por isso que não podemos ficar calados quando uma história é transformada em arma, quando mentiras são disfarçadas de justiça e quando artistas são induzidos a amplificar a propaganda antissemita”, dizem eles.
“O compromisso divulgado sob a bandeira ‘Film Workers for Palestine’ não é um ato de consciência. É um documento de desinformação que defende a censura arbitrária e o apagamento da arte. Censurar as vozes que tentam encontrar pontos em comum e expressar sua humanidade é errado, ineficaz e uma forma de punição coletiva.”

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