A própria vice-governadora, no entanto, nega a existência de uma estratégia. Ela afirmou que reagiu a um comportamento inadequado dos oposicionistas
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“É Priscila sendo Priscila”- comentou com este blog um deputado estadual da base do Governo na última segunda-feira ao ouvir os dois pronunciamentos da vice-governadora Priscila Krause no encerramento do programa Ouvir para Mudar e na inauguração da nova sede do PSD na capital ao lado governadora, do presidente nacional Gilberto Kassab, deputados e de mais de 50 prefeitos. Uma das maiores vozes de oposição na Câmara do Recife e na Assembléia por 18 anos – 10 como vereadora e 8 como deputada – a vice, vinha até agora trabalhando nos bastidores, coordenando o funcionamento das secretarias, destravando pautas e se restringindo a falar onde era demandada ou onde estivesse representando a governadora.
A Priscila que assumiu os microfones na manhã de segunda-feira na Escola Estadual Miguel Batista e no final da tarde na sede do PSD deixou a discrição e partiu para o embate. Referindo-se ao desempenho da oposição afirmou: “Raquel, eles colocam gosto ruim em tudo que fazemos. Nos julgam todos os dias não pelos nossos atos mas pelo fato de sermos mulheres. Estão sempre pensando na próxima maldade que vão fazer. São movidos pelo ódio e pelo desrespeito enquanto trabalhamos com amor e pelo desejo de fazer as pessoas mais felizes. A eles reservamos o julgamento da história porque nós queremos ser julgadas pelo povo”.
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O passado e o futuro
E foi além: “A verdade que nos move em todos os assuntos incomoda quem só sabe mentir na política. Quem mente muito não quer deixar que trabalhemos fazendo o que eles não fizeram. Dizem que só olhamos para o passado. Trabalhamos para o futuro mas não podemos deixar de pontuar como encontramos Pernambuco. O povo não esquece e no momento certo vai comparar o Pernambuco de ontem e o de hoje e isso dá medo a muita gente”.
Priscila citou entre outros resultados da administração “obras que já começam com recursos em caixa e por isso têm começo, meio e fim”, “dezesseis meses com redução do número de homicídios” “movimentos sociais tratados com diálogo verdadeiro e franco e não como massa de manobra”, “ obras inacabadas que foram concluídas e estão sendo entregues” e “tratamento igual para todos os municípios”.
Nova estratégia?
Por fim, ela lembrou seu tempo de oposição e concluiu: “ sempre trabalhei fiscalizando o Poder Público quando era oposição. Queria garantir que os recursos chegassem a toda a população mas, infelizmente, me deparei com corrupção e esse tempo acabou em Pernambuco”. A mudança de postura Priscila foi comentada nos corredores da Assembléia como uma provável estratégia: “na medida em que ela assume essa postura, deixa a governadora mais livre para trabalhar pelo estado e isso é bom” – afirmou um deputado governista.
A própria vice-governadora, no entanto, nega a existência de uma estratégia. A este blog ela afirmou que reagiu a um comportamento inadequado dos oposicionistas: “ Tenho consciência de que o Governo deve sempre trabalhar pelo entendimento e faço isso sempre que posso mas me preocupou muito a postura da oposição na Alepe contrária a empréstimos e atrasando de forma proposital o andamento dos mesmos. Passaram de todos os limites. E ainda colocaram uma emenda para distribuição dos recursos com os municípios sabendo que no empréstimo as regras dos bancos tem que ser respeitadas sob pena de não recebermos os recursos”.
Nunca fui contra empréstimo
– “Nos meus 18 anos de forte oposição na Câmara do Recife e na Assembléia – explicou – nunca fui contra empréstimo ou busquei atrasar a aprovação de projetos nesse sentido. Os que fazem isso hoje, de caso pensado, jogam para a plateia e prejudicam Pernambuco. É lamentável”.
Mulher, como Priscila e Raquel, a deputada estadual Socorro Pimentel, líder do Governo na Assembléia, diz, referindo-se aos pronunciamentos da vice-governadora , que “ na politica nós mulheres enfrentamos inúmeros desafios diários que vão, desde o preconceito, até a necessidade constante de reafirmarmos a nossa capacidade de liderança. Na Alepe tenho buscado incessantemente manter o diálogo com os colegas parlamentares sempre apelando para o bom senso e o espírito público”.
Na sua opinião: “ a postura de Priscila reflete sobretudo o compromisso que ela sempre teve com a verdade, com a responsabilidade e na defesa dos interesses de Pernambuco. Sigo unida à governadora Raquel Lyra e a Priscila nesse mesmo propósito que é trabalhar para transformar a realidade do nosso estado como tem sido feito desde que elas assumiram o Governo com o compromisso de fazer diferente. O povo acreditou nelas pelo exemplo e também por serem mulheres. Elas têm o compromisso de acertar e estão acertando”.
A surpresa
Quando Raquel e Priscila iniciaram a campanha pelo governo do Estado em 2022 com apoio de apenas três deputados estaduais havia uma grande incerteza sobre o resultado que as duas conseguiriam na eleição em um estado no qual nenhuma mulher chegara sequer a ser prefeita do Recife. Contra todos os prognósticos elas chegaram ao segundo turno e venceram outra mulher, a ex-deputada federal Marília Arraes que tinha o apoio do PSB, PT e do presidente Lula.
Outra dúvida seria sobre o relacionamento das duas como governadora e vice pois têm temperamento forte e destemido. Até hoje a própria Raquel costuma citar a vice em seus pronunciamentos falando em “nosso Governo” ou “quando fomos eleitas”. Tanto é que ninguém acredita que Priscila tenha assumido o microfone duas vezes em um dia para pronunciamentos contundentes sem antes ter certeza da aprovação de Raquel. A governadora, nos dois casos, acenou com aplausos ou balançando a cabeça a cada resposta dada pela vice aos seus opositores.






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