Encontro do governo federal com uma dezena de governadores precisa selar, nesta quinta, compromissos da gestão pública com o meio ambiente
Publicado em 19/09/2024 às 0:00
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Os incêndios florestais têm provocado medo, destruição e prejuízos em várias partes do planeta, turbinados pelo aumento da temperatura na Terra, gerado pelas mudanças climáticas – cujas consequências nos próximos anos e décadas apenas se insinuam. A extensão das queimadas e da poluição da atmosfera no Brasil chama a atenção do mundo, já que o nosso país sempre foi considerado uma espécie de reserva de recursos naturais, sobretudo por causa da Amazônia, mas também pelo Pantanal. O que está acontecendo ameaça o clima global, a biodiversidade e o desenvolvimento sustentável para os brasileiros. Neste momento, apesar da proximidade das eleições municipais, não há nada mais importante na agenda nacional. Ou há?
Nesta quinta, pelo menos dez governadores de estados atingidos pelo fogo no solo e pela fumaça no céu confirmaram presença numa reunião em Brasília, convocada pelo Palácio do Planalto. Mais especificamente, pelo ministro da Casa Civil, tradicional posto articulador de ações e diálogos em nome do Poder Executivo. Apesar da inegável importância de necessário encontro, o presidente da República não deve participar, segundo informações oficiais. Pois estará cumprindo agenda no Maranhão, perto de quilombolas e longe da preocupação que se espalhou por grande porção do território nacional. Não que a presença de Lula faça grande diferença do ponto de vista da gestão de uma crise instalada na sensível pauta ambiental. No entanto, é nesses momentos de articulação que a presença do líder é requerida. Até para ser questionado sobre o que está sendo realizado, ou ainda não está, no governo sob sua responsabilidade. E prestar contas da administração da crise, que não se prevê resolvida tão cedo, e pode se difundir para outras áreas, como a saúde e a energia.
Lula deixará de tratar do assunto mais relevante para o país com os governadores de Goiás, do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul, do Tocantins, do Pará, do Amazonas, do Acre, de Rondônia, de Roraima e do Distrito Federal. O governador do Amapá também foi chamado, mas não confirmou presença. Espera-se que integrantes dos ministérios do Meio Ambiente, da Justiça, da Integração e Desenvolvimento Regional e das Relações Institucionais também participem. A expectativa maior, certamente, é para a presença de Marina Silva, a ministra que ocupa a função de maior pressão neste instante, e para a qual se voltam os olhares da população, no aguardo de declarações sensatas e decisões firmes diante do cenário de descontrole ambiental no país. Mencionar o terrorismo climático como causa dos incêndios não basta para resolver os problemas que sua pasta e o governo que representa hão de enfrentar. A ministra deve apresentar algumas respostas, caso não siga o exemplo do presidente da República. Como serão utilizados os recursos de mais de R$ 500 milhões, anunciados esta semana pelo governo federal para o combate aos incêndios¿ Este será um dos tópicos discutidos, inevitavelmente. Até porque parece muito, mas é pouco, diante do desafio de prevenir novos focos, além de cuidar dos prejuízos acumulados nos últimos meses.

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