Galerias recifenses Amparo 60, Garrido e Marco Zero, além da Oficina Brennand, estão entre os 65 expositores vindos de 12 estados do país
Emannuel Bento
Publicado em 28/08/2025 às 9:27
| Atualizado em 28/08/2025 às 10:13
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A arte pernambucana marca presença na feira SP-Arte Rotas, que realiza sua quarta edição no espaço Arca, em São Paulo, até este domingo (31), antecipando as movimentações da 36ª Bienal na cidade.
As galerias recifenses Amparo 60, Garrido e Marco Zero, além da Oficina Brennand, estão entre os 65 expositores vindos de 12 estados do país, ao lado de representantes internacionais da Argentina e da Amazônia peruana.
O evento, que nas últimas três edições se chamava Rotas Brasileiras, adotou o novo nome SP-Arte Rotas para ampliar o olhar além das fronteiras nacionais, sem perder a conexão com a produção artística brasileira.
Este ano, a feira reúne obras que transitam por temas como erotismo, território e ambientalismo, em suportes diversos: pinturas, esculturas, cerâmicas e trabalhos têxteis. A idealização e direção é de Fernanda Feitosa.
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Amparo 60



A Amparo 60, que no Recife fica localizada em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, apostou em artistas em processo de inserção no mercado, como Xinga Show — nome artístico de Ana Neves. Ela divide espaço com nomes já consolidados, como Marcelo Silveira, Clara Moreira e João Nascimento.
“Acho que São Paulo recebe muito bem esses artistas e tem bastante curiosidade em conhecer novos nomes. Acho que essa feira vem exatamente em um movimento à SP-Arte tradicional, realizada em abril, trazendo artistas não tão conhecidos. É uma feira um pouco mais silenciosa, mais compacta”, diz Lúcia.
“Acredito que isso casa muito com a atenção de jovens curadores que estão muito preocupados com tantos artistas que ainda estão fora do mercado”, completa.
Projeto coletivo Transe

Marlan Cotrim participa da mostra coletiva ‘Transe’, organizada por Lucas Albuquerque, na SP-Arte Rotas, em São Paulo – Vinícius Pimenta/Divulgação
A Amparo 60 também participa da mostra coletiva “Transe”, projeto de Lucas Albuquerque que reúne cinco jovens artistas, nacionais e internacionais, entre eles a pernambucana Marlan Cotrim. “Trouxemos seis obras dela e estão fazendo enorme sucesso, porque ela é fantástica”, diz Lúcia.
Radicada em Pernambuco, Marlan desenvolve há dois anos a série aberta “Corpografias em Trânsito”. “A vontade é criar imagens de movimento, inquietação e sensações do corpo, de um corpo que atravessa, que está sempre em travessia e que desobedece a fronteira”, explica a pintora.
Para a artista, a feira é uma oportunidade para que o Sudeste conheça mais sobre o que ocorre pelo País: “Ao olhar o casting das galerias, talvez os lugares de fora daqui não sejam exatamente maioria. Mas acredito que o enriquecimento venha mesmo das produções de outros estados.”
Garrido aposta em individual



A Galeria Garrido, na Zona Norte do Recife, levou para São Paulo uma aposta ousada: a exposição individual do recifense Heitor Dutra, que tem 10 anos de carreira.
A mostra “Guia de Campo” apresenta pinturas que remetem a colagens, mas são criadas do zero, explorando o humor e a inventividade do artista em diálogo com a pop-art.
“Acho corajoso por parte da galeria dar esse passo e colocar um artista emergente de Pernambuco com uma visualidade super diferente”, afirma o curador Guilherme Moraes.
“A feira é incrível, tem trabalhos incríveis, mas ela pede certa sobriedade. E temos percebido que as pessoas chegaram a gargalhar com essa exposição. Tem sido interessante ver esse artista ressoando, pois traz pluralidade; ele é erudito, é meio pop quando tira onda, é uma piada”, conclui.
Marco Zero




A Galeria Marco Zero, também na Zona Sul, apresenta jovens artistas de seu catálogo, como Bozó Bacamarte, Juliana Lapa e Rayana Rayo, em diálogo com a veterana Marlene Almeida. As obras foram expostas em paralelo a trabalhos de cânones da arte brasileira, como Alberto da Veiga Guignard e Alfredo Volpi.
“A gente propôs o diálogo desses jovens com nomes históricos da arte brasileira. Fizemos aproximações entre estéticas, técnicas e materialidades. Trabalhamos com pigmentos naturais, como a cerâmica e o barro, e estamos trazendo uma visão contemporânea”, explica Marcelle Farias, cofundadora da galeria.
“Essa é uma feira muito feliz para a gente, pois é uma oportunidade de mostrar as potencialidades do nosso olhar. Este ano, em especial, é ainda mais importante, porque teremos a Bienal, o que atrai uma circulação de colecionadores, pesquisadores e muita gente interessante, com um olhar apurado”, completa.
Oficina Brennand
Participando pela terceira vez da SP-Arte Rotas, a Oficina Brennand está presente desde quando se tornou instituto. “Essa mudança facilitou a nossa movimentação por feiras, pois posiciona a marca e nos permite escolher onde podemos estar”, explica Marcos Baptista, presidente da instituição.
“Já estivemos duas vezes na Casa Cor de São Paulo e também estamos no Iguatemi com uma loja definitiva. São Paulo, junto com Pernambuco, são os nossos estados líderes de venda, dividindo quase 70% do total. Então é um mercado muito importante para a gente.”
No estande, a Oficina levou peças de sua produção cotidiana. “Trouxemos algumas linhas novas, baseadas em obras já existentes de Francisco. As peças na paleta azul e marrom, que não vínhamos trabalhando tanto, foram apresentadas agora na feira.”
Mais nomes
Além dos pernambucanos, participam da feira galerias de trajetória consolidada como Luisa Strina, Almeida & Dale, Gomide&Co, Mendes Wood DM, Vermelho, Luciana Brito, Flexa, Galatea, Mitre e Martins&Montero. Estreiam nesta edição MT Projetos de Arte, MaPa Foto, Isla Flotante (Argentina) e Xapiri Ground (Peru).
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