Deputados da base governista usaram apartes ao discurso de Álvaro Porto (PSDB) para sair em defesa da governadora e apontar ação isolada de assessor
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A tarde desta quarta-feira (20) foi agitada na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), com o discurso do presidente da Casa, Álvaro Porto (PSDB), que acusou Manoel Medeiros, assessor da governadora Raquel Lyra (PSD), de comandar uma “milícia digital palaciana”.
Álvaro trouxe revelações de uma investigação realizada pela Superintendência de Inteligência Legislativa (Suint), que apontam que Manoel redigiu e enviou a denúncia anônima a órgãos e imprensa contra a deputada Dani Portela (PSOL).
O governista Wanderson Florêncio (Solidariedade), enfatizou que, “se comprovado” o fato denunciado por Álvaro, não tem dúvidas de que “a primeira pessoa a tomar iniciativa” seria a governadora Raquel Lyra.
“Eu não tenho dúvidas de que, com o fato se comprovando, a primeira pessoa a tomar iniciativa será de fato a governadora Raquel Lyra. Nós temos no Governo do Estado mais de 100 mil servidores. É impossível aquele mais próximo ou mais distante ter o controle direto da governadora Raquel Lyra”, disse.
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Álvaro Porto acusa gabinete da governadora de comandar “milícia digital palaciana”
Ainda de acordo com Wanderson, o fato da ação relatada pela investigação ter sido realizada em um sábado e em uma lan house garantem que o fato aconteceu “completamente fora dos muros” do Palácio do Campo das Princesas.
Wanderson complementou, apontando que o episódio denunciado é um “fato isolado de um cidadão que faz parte de um governo”.
“Se comprovado, a governadora certamente tomará uma decisão. Não podemos imputar um fato isolado de um cidadão, que faz parte de um governo, como sendo um ato da governadora, da líder maior do nosso estado”, enfatizou.
Câmera de segurança registra momento em que assessor de Raquel Lyra prepara material de denúncia contra Dani Portela em Lan House
Deputados confirmam que governadora negou que denúncia partiu do Palácio
Ao todo, 22 deputados apartearam o discurso de Álvaro Porto, entre oposicionistas e governistas, que, em raro momento no ano, apresentaram unidade de discurso, ao prestarem solidariedade à deputada do PSOL, que iniciou os apartes. No entanto, naturalmente, as divergências entre os grupos voltaram a ficar latentes nos discursos em torno da denúncia apresentada por Porto.

Deputados prestaram solidariedade à deputada Dani Portela (PSOL) durante a sessão plenária desta quarta-feira (20), na Alepe – Jarbas Araujo/Alepe
Em episódio anterior à fala de Wanderson, os deputados Renato Antunes (PL) e Joãozinho Tenório (PRD) foram citados por Dani Portela (PSOL), que apontou que os parlamentares garantiram a ela, após uma visita no Palácio, que as denúncias não tinham partido do governo estadual.
Após serem citados, Renato e Joãozinho confirmaram o que foi relatado pela psolista, mas reforçaram confiança na governadora Raquel Lyra, e cobraram responsabilização dos envolvidos, em caso de comprovação das denúncias apresentadas.
Renato afirmou que na sua ida ao Palácio, perguntou à governadora se a denúncia havia partido do gabinete e cobrou resposta para poder ter “tranquilidade para subir à tribuna” e para participar de uma CPI.
“A resposta que me foi dada, de fato, e eu acredito, foi: ‘Não partiu de mim. Porque eu sou uma mulher, eu sou uma mãe e eu sei o que é violência de gênero’. Palavras da governadora Raquel Lyra. ‘E jamais faria isso contra uma outra deputada’. E eu acredito ainda na governadora”, disse.
O deputado afirmou que a denúncia contra o assessor é um “fato novo”, enfatizando que o acusado seja exonerado, em caso de comprovação.
“Se tem um assessor e se for devidamente provado, eu serei o primeiro a subir à esta tribuna para dizer que o mesmo seja exonerado. E não apenas exonerado, é caso de polícia. Porque o que se faz com um deputado, ou com quem quer que seja, no anonimato, são duas situações: ou é um ato de preservação da vida ou é um ato de covardia. E se esse assessor fez isso de forma anônima, ele é um covarde”, enfatizou.
Por sua vez, Joãozinho Tenório afirmou que não há como falar em “milícia digital palaciana”, destacando que o caso não partiu do Palácio do Campo das Princesas. Assim como Renato Antunes e Wanderson Florêncio, Joãozinho defendeu a responsabilização do acusado, em caso de comprovação.
“Ouvi da própria governadora que isso não partiu dela. A deputada Dani foi líder da oposição por dois anos aqui e não houve nenhuma retaliação nesse sentido. Tenho muito respeito”, disse.
“Não acho que há como falar em “milícia digital palaciana”. Porque isso não partiu do palácio. Eu tenho segurança disso. Agora, se partiu de um servidor, que ele pague por isso. Se comprovar isso, não tenho dúvida que a governadora Raquel Lyra irá exonerar. Que antes ele peça desculpas à sociedade pernambucana e peça exoneração”, complementou.
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