Alckmin defende debate sobre fim da escala 6×1: ‘Tendência mundial’

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Alckmin defende debate sobre fim da escala 6×1: ‘Tendência mundial’


Vice-presidente afirmou nesta sexta (19) que redução é natural devido à tecnologia. Sobre 2026, ele desconversou e evitou dar pistas do futuro.

Por

JC


Publicado em 19/12/2025 às 18:40



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*Com informações do Estadão Conteúdo

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, adotou um tom de cautela ao ser questionado sobre o cenário político eleitoral. Em conversa com jornalistas nesta sexta-feira (19), Alckmin afirmou que “ainda é cedo” para discutir as eleições de 2026.

“Esse é um tema para o próximo ano. Está chegando”, limitou-se a dizer. Cotado tanto para repetir a dobradinha com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto para disputar o governo de São Paulo, o vice evitou confirmar se tem tratado do assunto com o chefe do Executivo.

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Escala 6×1 e tendência mundial

Se sobre política o tom foi evasivo, sobre economia e trabalho Alckmin foi direto. O ministro defendeu o debate sobre o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho por um de descanso), pauta que enfrenta resistência de parte do setor industrial.

Para Alckmin, a redução da jornada é uma consequência natural do avanço tecnológico. “Se eu consigo fazer mais, mais produtos, aumentar a produção, com menos gente, utilizando robô, inteligência artificial, digitalização, é natural. No mundo inteiro, a tendência é de redução de jornada de trabalho”, argumentou.

Ele ponderou que a discussão cabe ao Parlamento e à sociedade, seja para uma aplicação geral ou setorial.

Data Centers

O vice-presidente também comentou sobre o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (ReData). Ele explicou que a Medida Provisória (MP) não foi votada porque a expectativa era analisá-la junto com o PL da Inteligência Artificial.

“Como não aprovou, ficou para o começo do ano. Mas esperamos que aprove, se possível, em fevereiro”, disse Alckmin, projetando que o regime atrairá investimentos de alto valor para o Brasil.

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