Relatório aponta mais de 1 milhão de menções ao tema em uma semana e crescimento recorde nas redes sociais após denúncia do influenciador
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A denúncia feita pelo youtuber Felca sobre a adultização infantil desencadeou uma onda de mobilização nas redes sociais, segundo dados da Quaest. Desde a data de publicação do vídeo, 6 de agosto, até o dia 13, foram registradas 1,06 milhão de menções ao tema, produzidas por 168 mil autores únicos, com uma média de 15,3 milhões de visualizações e 5,5 mil publicações por hora no período.
A análise revela que o vídeo, que expôs práticas envolvendo crianças e adolescentes, foi o principal motor do debate e impulsionou um interesse massivo, tanto nas redes quanto nas buscas do Google.
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Linha do tempo da repercussão
O monitoramento mostra que as menções começaram a crescer já no dia 7 de agosto, um dia após a publicação do vídeo. O primeiro pico ocorreu em 8 de agosto, quando o Instagram de uma influenciadora citada foi banido e Felca foi alvo de críticas por supostamente apoiar censura nas redes sociais.
Após uma queda entre os dias 9 e 10, o assunto voltou a ganhar força, alcançando seu ponto máximo em 13 de agosto, com um salto expressivo de interações.
O efeito Felca nas redes sociais
A análise da Quaest aponta um salto impressionante nas métricas do influenciador após a denúncia. Antes da publicação (1º a 5 de agosto), Felca registrava média de 53 mil curtidas, 815 comentários e 8,8 milhões de seguidores.
Depois do vídeo (6 a 13 de agosto), esses números subiram para 1,2 milhão de curtidas, 52 mil comentários e 16,7 milhões de seguidores.
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Disparo nas buscas pelo termo “Adultização”
O impacto também se refletiu no comportamento dos usuários no Google. Antes do vídeo, a procura pelo termo “adultização” era praticamente nula.
A partir de 7 de agosto, houve uma escalada nas pesquisas, chegando a 75% do volume máximo no dia 9 e atingindo o ápice em 12 de agosto, que marcou o maior pico de buscas já registrado sobre o assunto.
O contexto da denúncia
O vídeo de Felca, que já ultrapassou 30 milhões de visualizações apenas no YouTube, denunciou, entre outros, o influenciador Hytalo Santos, acusado de promover a adultização de crianças e adolescentes.
A repercussão motivou investigações do Ministério Público da Paraíba e do Ministério Público do Trabalho, que apuram desde a produção de conteúdo até a realização de festas com menores de idade.
O caso avançou rapidamente: na sexta-feira (15), Hytalo e seu marido foram presos em São Paulo. A Justiça determinou a suspensão de suas redes sociais, a desmonetização de vídeos e a apreensão de equipamentos eletrônicos.
Denúncias incluem também a suposta participação em processos de emancipação de adolescentes e a oferta de presentes em troca de proximidade.
A defesa nega todas as acusações, alegando que o influenciador “jamais compactuou com atos atentatórios à dignidade de crianças e adolescentes” e que confia na elucidação dos fatos.
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