Petistas defendem que o partido não se aproxime nem de João Campos e nem de Raquel Lyra enquanto os cenários se definem melhor. Ela deve ir pro PSD
Publicado em 20/11/2024 às 20:00
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Um integrante importante do PT de Pernambuco conversou com a coluna sobre a estratégia que espera ver o partido abraçando para a eleição de 2026, quando as forças políticas de Raquel Lyra (PSDB) e João Campos (PSB) devem se enfrentar. A opinião dessa fonte petista é bem clara e direta: não embarcar em nenhum governo, municipal ou estadual, até que o cenário fique muito bem definido. E que, se acontecer o convite a um petista para entrar nas duas gestões, que o convidado se afaste da sigla por enquanto.
Aceita e se afasta
Foi o que ocorreu com o vice-prefeito de Águas Belas, Maurício de Josué. Ele é do PT e assumiu a presidência do ProRural, no Governo do Estado. Em seguida, por causa da repercussão, pediu licença no partido. A medida é para não gerar um vínculo direto entre o PT e nenhum palanque de 2026 antes que as negociações para a próxima eleição estejam bem definidas.
Crise
Em 2024 isso foi um problema e terminou com uma crise interna entre os petistas. Integrantes do partido foram assumindo posições dentro da gestão de João Campos na prefeitura do Recife e, quando se resolveu negociar a vice, o socialista negou. Campos recusou ceder a vice por vários motivos, mas um deles foi que o PT já estava na gestão dele.
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Os que tinham cargos começaram a defender o apoio ao PSB de qualquer maneira e a briga interna foi bater na direção nacional para ser resolvida. No fim, o deputado estadual João Paulo (PT) chegou a dizer que o partido foi humilhado por Campos.
Senado
Em 2024 havia a expectativa por um posto de vice, que era algo muito importante mas não mexia com a atual estrutura do PT. Em 2026 será diferente, porque o partido vai tentar renovar sua posição no Senado.
O mandato de Humberto Costa (PT) está terminando e a renovação para mais oito anos é uma prioridade para os petistas. Se não ganhou nada em 2024, na próxima eleição existe a possibilidade de perder. Aì é mais sério e qualquer antecipação pode virar atropelo.
Risco
O problema é que nas duas chapas haverá congestionamento de nomes querendo disputar a eleição e são duas vagas para cada palanque. ninguém tem certeza de que João Campos vai mesmo disputar o governo em 2026, apesar de todos os indícios.
Todo mundo acredita que, não sendo candidato, o prefeito irá indicar alguém de sua confiança, mas sem muita chance de vencer, até para não atrapalhar seus planos em 2030. Uma campanha que nascer para não ganhar também não vai impulsionar os candidatos ao Senado como poderia. É um risco.
Definição
Além de tudo, hoje com João Campos já existem dois pré-candidatos ao Senado aliados de primeira hora. Miguel Coelho (UB) e Silvio Costa Filho (Republicanos) até já posaram para fotos com o prefeito no que muitos chamaram de prévia da foto da campanha. Qual o espaço que sobraria para o PT, na necessidade de renovar a vaga de senador?
“Tucanopetista”
Ao mesmo tempo, do outro lado, ainda existe a incerteza sobre a popularidade futura do governo Raquel Lyra e a indefinição sobre ela ficar ou não no PSDB. Para os petistas, principalmente para a militância, depois de décadas brigando com os tucanos, integrar um governo do PSDB seria uma dificuldade muito grande, quando do outro lado está um aliado histórico. Se Raquel for para o PSD, as coisas ficam mais fáceis, talvez.
PSD quase
Por falar em PSD, a mudança de Raquel pode acontecer ainda este ano ou no início de 2025. A coluna apurou que a governadora de Pernambuco esteve reunida com Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, em Brasília, na semana passada. O mote principal da conversa foi a mudança de partido.
Nos últimos meses, principalmente após o bom resultado dela nas eleições municipais, o PSDB nacional tem agido para tentar segurá-la. Ela tem sido tratada como a grande estrela nacional da sigla. Mas já se viu esse filme, com Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul. E o prejuízo maior foi dele no final.
Natural
A ida para o PSD ainda está sendo ajustada, mas praticamente fechada. Pessoas próximas à Raquel tratam o assunto como “um caminho natural”, embora muita coisa precise ser organizada ainda.
O PSDB continuará apoiando a governadora quando ela sair? Os prefeitos eleitos irão todos para o partido dela? São algumas das questões.
Outra questão importante, e que não deixa de ter relação com a provável mudança de partido, é sobre uma reforma no secretariado do Palácio do Campo das Princesas. Haverá?

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