‘A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra’, escreveu Verissimo

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‘A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra’, escreveu Verissimo


O escritor Luis Fernando Verissimo, morto na madrugada deste sábado (30), era famoso pelas sacadas afiadas e pelo humor ácido. Com a anarquia da internet, também ganharam notoriedade frases aleatórias atribuídas, a ponto do gaúcho ter dito que foi muito elogiado pelo nunca tinha escrito.

Verissimo falava de um jeito único sobre a morte, a vida, o passado, a língua portuguesa, a política, a esquerda, a direita e sobre si mesmo. Relembre frases célebres do escritor.





A morte é uma sacanagem. Sou cada vez mais contra.





Talvez ingenuamente, eu não entendo como uma pessoa que enxerga o país à sua volta, vive suas desigualdades e sabe a causa das suas misérias pode não ser de esquerda. Ser de esquerda não é uma opção, é uma decorrência. Mas que às vezes desanima, desanima.





Quem entre nós nunca sentiu a compulsão de atirar alguém ou algo pela janela? A basculante foi inventada para desencorajar a defenestração





Depois de uma certa idade é temerário fazer aniversário. Que agonia! Todo ‘parabéns’ soa, mesmo dito numa boa, como ironia





Gostaria de poder voltar no tempo e dar uma revisada nas bobagens e palpites errados que cometi





Sempre me admiro com o tamanho dos meus textos antigos. Não sei se fiquei mais sucinto ou mais preguiçoso





Há uma maneira de detectar se o texto é falso ou não: se o Luiz da assinatura for com Z, o texto não é meu. Se for contra o Bolsonaro, é.





É preciso agir para deter a torrente de denúncias que ameaça destruir, na sua fúria persecutória, tudo o que o regime passado deixou de bom. Como, por exemplo, o, a… hm. Bem, é preciso agir.



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