Comunidades católicas Obra de Maria e Canção Nova realizaram o Congresso Internacional de Cura e Libertação pela primeira vez em Lourdes
Publicado em 14/10/2024 às 7:00
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Rosmari implorava pela cura de um câncer no pulmão que regressou após dois anos. Denise pedia que o sobrinho, tido como um filho querido, passasse a acreditar em Deus. Já Marlene lutava contra uma doença nos ossos. Essas foram algumas das histórias dos peregrinos que estiveram em Lourdes, na França, para participar do Congresso Internacional de Cura e Libertação, realizado pelas comunidades católicas Obra de Maria e Canção Nova e que, pela primeira vez, aconteceu na cidade francesa, onde está o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, um dos mais visitados do mundo.
Entre os participantes, muitas histórias como as de Rosmari, Denise e Marlene. Histórias de pessoas que foram até a pequena e cativante cidade do interior da França, cortada pelo Rio Gave, em busca de curas divinas. Um apelo pelo fim das dores no corpo, das doenças e chagas. Mas, principalmente, a busca pela libertação da alma, mesmo que a cura do corpo não seja alcançada.
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“Vim a Lourdes em busca de cura e libertação. Tive um câncer em um dos pulmões, vencido há quase dois anos, mas que retornou nove meses atrás. Por isso estou aqui. Eu e meu marido já queríamos fazer uma viagem como essa, de peregrinação, embora eu não soubesse da força de cura de Nossa Senhora de Lourdes. Foi quando surgiu a oportunidade de vir”, revelou a professora aposentada Rosmari Cavalli Piana, natural de Cascavel, no Paraná.

Congresso Internacional de Cura e Libertação em Lourdes, na França – Fotos: Roberta Soares/JC
E seguiu dando uma lição de perseverança e esperança: “Estou preparada para o sofrimento. Só quem passa por um tratamento de câncer sabe o que é. Mas Deus me dá muita força. Tenho 64 anos e quero viver por mais tempo com meu marido. Ainda mais agora, que acabei de ganhar uma netinha. Isso faz toda a diferença”, afirmou.
Rosmari, entretanto, também buscava algo a mais em Lourdes do que apenas a cura do corpo: “Sei que, se for a vontade de Deus e de Nossa Senhora, sairei daqui curada. Mas sei que o nosso lugar é no céu e, por isso, busco a cura da minha alma para que possa estar pronta para encontrar Deus”, finalizou.
Já a enfermeira Denise Alves, natural de São Paulo, foi a Lourdes para se redimir por ter se afastado da igreja por 40 anos e, principalmente, para pedir que o sobrinho, tido como um filho, também possa vir a acreditar em Deus, assim como ela.


– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC
“Eu fiquei afastada da igreja por 40 anos, dos 15 aos 55 anos, e há quatro anos voltei. E voltei com um pedido, que faço todos os dias. Deus me deu um sobrinho que é como um filho e que eu tive a oportunidade de colocá-lo na fé, mas como eu estava afastada da igreja, não consegui. Mas agora é o que busco e sei que Jesus e Nossa Senhora de Lourdes, de quem sou devota, vão atender meu pedido. No tempo deles, mas vão”, afirmou a enfermeira.
REDUTOS SÍMBOLO DE APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA
O Congresso Internacional de Cura e Libertação aconteceu neste fim de semana, dias 12 e 13/10, reunindo fiéis brasileiros, que embarcaram numa viagem de peregrinação por cidades que viraram símbolo da fé em Nossa Senhora devido a aparições da Virgem Maria, como Lourdes, Zaragoza, no interior da Espanha, e Fátima, no centro de Portugal.

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC




Luzia Santiago, fundadora da Canção Nova, destacou que não poderia ter sido escolhido um lugar melhor do que Lourdes para a realização do congresso. “Lourdes é um local de cura e libertação, onde Nossa Senhora se manifestou a uma pequena camponesa. Onde as pessoas vêm para serem curadas. E quando você é curado, você é libertado de todos os males. Por isso, não poderia haver lugar melhor para trazermos nosso povo, sejam os brasileiros que vivem no Brasil, mas também todos os latinos que residem na Europa”, afirmou.
A CURA DA MENTE EM TEMPOS MODERNOS
O Congresso Internacional de Cura e Libertação também abordou os desafios das doenças modernas, ligadas à mente, como a ansiedade, a depressão e o pânico. E quem abordou o tema com profundidade foi o padre Edmilson Lopes, da Comunidade Canção Nova, em sua homilia no segundo dia do evento.



“Vivemos preocupados, com mentes que nunca param. Preocupados com o amanhã, com os filhos, com o trabalho, com tudo. A mente não para. E, assim, as pessoas têm adoecido. Da mente e do corpo. São as doenças modernas, como ansiedade, depressão e pânico. Ou gastrite e outras, por exemplo”, alertou.
“Mas quem é cristão não deve temer porque Deus sempre disse: ‘a cada dia basta filho’. Porque o dia de amanhã só cabe a Deus. Não adianta se preocupar e só os pagãos não entendem isso. Porque quem tem fé em Deus sabe que tudo só acontece se for a vontade dele. E que ele é o refúgio de todos nós, a quem devemos entregar tudo, sempre”, ensinou.
LOURDES FOI ESCOLHIDA POR SER REFÚGIO DE CURA E LIBERTAÇÃO





O Santuário de Lourdes, encravado nos Pirineus franceses, oferece uma promessa de cura corporal e emocional. Para os católicos, é um chamado ao perdão de si mesmo e do próximo, um lugar de conversão.
Lourdes é tida no mundo religioso como uma confirmação do dogma da Imaculada Conceição, especialmente porque, durante as aparições da Virgem Maria à santa Bernadette Soubirous, em 1858, na Gruta de Massabielle, Maria se apresentou com a revelação: “Eu sou a Imaculada Conceição”.
A declaração foi interpretada pela Igreja Católica como uma confirmação celestial do dogma proclamado em 1854 pelo Papa Pio IX, que definiu que Maria foi concebida sem pecado original.

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC
Desde as aparições da Virgem Maria à Santa Bernadette, as águas de Lourdes têm sido associadas a curas milagrosas. O santuário tem comitês médicos que até hoje analisam relatos de curas que desafiam a explicação científica.
O número de pessoas que visitam o santuário impressiona. São pessoas que buscam variadas curas para doenças e saem de lá com litros e mais litros de água da gruta que teria esse poder.
CONHEÇA A HISTÓRIA DAS ÁGUAS DE LOURDES QUE CURAM AS DORES DO CORPO E DA ALMA

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC

– Fotos: Roberta Soares/JC
A história das águas de Lourdes começou em 1858, quando Bernadette Soubirous, uma jovem e pobre camponesa de 14 anos, relatou ter visto 18 aparições da Virgem Maria em uma gruta na cidade francesa de Lourdes. Em uma dessas aparições, Bernadette, posteriormente canonizada, foi instruída a escavar o solo, revelando uma fonte de água. Assim, acredita-se que essa água tenha poderes curativos, após várias pessoas relatarem milagres ao utilizá-la.
A primeira aparição ocorreu em 11 de fevereiro de 1858, quando Bernadette tinha 14 anos e recolhia lenha com a irmã e uma amiga. A Virgem Maria revelou-se a Bernadete como a Imaculada Conceição em 25 de março de 1858.
Bernadette foi canonizada pelo Papa Pio XI em 8 de dezembro de 1933. O seu corpo incorrupto está exposto para devoção pública no Convento de Saint Gilard, em Nevers (França). O JC acompanha a viagem a convite da Obra de Maria.

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