Até aqui, não há indícios do tipo de química “rolou” entre Lula e Trump; mas foi a harmonia entre o Senado e as ruas para enterrar a PEC da Blindagem
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Crítica
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QUÍMICA
Qual a química que pode haver entre um presidente que adora Coca-Cola e um chefe de Estado que no passado recente, tinha o hábito de “tomar umas e outras”? A coluna recomenda a química da cafeína: C8H10N4O2.
UMA LIÇÃO
Para quem – como presidente brasileiro, Lula da Silva (PT) – aposta que a ONU é a panaceia para todos os males diplomáticos do mundo, vale a lembrança de uma frase de um dos seus brilhantes secretários, Dag Hammarskjöld (1905-1961):”A ONU não foi criada para levar a humanidade para o céu, mas para salvá-la do inferno”.
MANDATO ‘INSTAGRAMÁVEL’
A Câmara dos Deputados quer dar um “up” no cenário: a Secretaria de Comunicação estuda criar espaços instagramáveis para gravação de vídeos, entrevistas e até para uso da própria imprensa. A missão foi entregue ao deputado Marx Beltrão (PP-AL). Ele já trabalha para modernizar cantinhos da Casa para torná-los mais leves, funcionais e, claro, prontos para as redes.
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E QUE LIÇÃO
Por unanimidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado fez o que muito partido – mesmo os que pregam o socialismo – não tiveram sequer a ousadia fazer: endereçar a PEC da Blindagem para uma lata onde são depositados papéis recicláveis.
QUE PAULINHO QUE NADA
O deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) quer “uma coisa mais radical” quando o assunto em pauta é o projeto de lei da anistia ou da dosimetria, como vem sendo chamado pelo relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP). “Eu só acredito em entendimento se juntarmos os colégios de líderes das duas Casas para dialogar sobre uma saída que seja aceita por todos”.
11 ANOS DE CARÊNCIA
Paulinho da Força tem defendido que “se é para ter um texto enxuto” o melhor seria alterar o Código Penal e reduzir em até 11 anos “as penas de todos os condenados pela tentativa de golpe de Estado”, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
AFIANDO AS GARRAS
A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro fez rápida aparição em uma reunião de um grupo de oração, no Jardim Botânico, em Brasília. Chegou, orou e afirmou que, “se for a vontade de Deus”, aceitará a “missão para representar o povo”. Só não disse a que cargo pretende disputar.
MESMO COM A MAGNITSKY
A comitiva do governo brasileiro ultrapassou uma centena de pessoas – do presidente da República, a ministros, assessores e dirigentes de estatais. Por baixo, essa farra custa ao contribuinte, também chamado de pagador de impostos, cerca de R$ 3 milhões de reais.
PENSE NISSO!
O que leva um deputado federal – o mais bem votado no maior colégio eleitoral do país – a deixar o mandato para assumir um ministério no atual governo, em meio a todo tipo de incerteza?
Nas últimas eleições, Guilherme Boulos recebeu 1.001.443 votos. Um recorde no Estado de São Paulo.
Há dois fatores importantes para se analisar o convite de Lula para levá-lo à Secretaria-Geral da Presidência:: Lula prometeu a Boulos que, se vier a ser reeleito, ele terá um espaço mais avantajado em um hipotético segundo mandato.
O deputado – puxador de votos – ficaria fora das disputadas paulistas, mas seria um importante cabo eleitoral em favor dos candidatos governistas.
Em todo caso, Boulos está trocando o certo pelo duvidosíssimo.
Pense nisso!
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