Flávio é aconselhado a ensaiar passos de funk para se aproximar da juventude. Ex-diretor da OMC diz que o Brasil precisa fazer a defesa pessoalmente
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FUNK DO BEM
Na tentativa de adotar um estilo mais solto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está ensaiando passos de funk “pra fazer bonito”.
DONA ENCRENCA
A vereadora Priscila Costa (PL), pivô da crise entre Michelle Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, entrou na fila da ousadia dezenas de vezes. Incentivada pela ex-primeira-dama, Priscila está postulando o “posto” de apaziguadora dos ânimos no partido e entre os Bolsonaros e, com o apoio da amiga Michelle, também mira a pré-candidatura ao Senado Federal. Flávio quer o deputado estadual Alcides Fernandes (PL).
MADE IN BARRIGA VERDE
O governador Jorginho Mello (PL) está recomendando aos governadores estaduais uma “técnica” que ele chama de “infalível” para o “policiamento” do Complexo Penitenciário de São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis (SC). Cães de guarda estão sendo substituídos por gansos.
— É muito mais barato, mais eficiente e não corremos risco de cooptação, diz o governador, alertando que os gansos, ao contrário dos cães, não são domesticados.
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OLHO NO OLHO
Com a experiência de quem comandou a Organização Mundial do Comércio (OMC) entre 2013 e 2020, o embaixador Roberto Azevêdo lamentou que o Brasil esteja “perdendo a oportunidade de fazer a defesa oral” contra as tarifas impostas pelo governo norte-americano.
— A vantagem de você estar na audiência oral é que, pelo menos, está diante das pessoas que vão fazer o julgamento técnico, ouvindo seus argumentos, afirmou.
TÊTE-À-TÊTE
Aos seus clientes, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Roberto Azevêdo afirmou que tem alertado ser “muito diferente mandar um papel e torcer para que eles o leiam”, disse ao O Globo.
CONVERSA MOLE
O deputado Evair de Melo (Republicanos-ES) disse à coluna que “não passa de conversa fiada” a resposta dada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) à Câmara sobre os “possíveis efeitos” da classificação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas.
— Eles lá [no MRE] se limitaram a cumprir uma formalidade burocrática, sem responder ao Congresso, afirmou o parlamentar capixaba.
ONIPRESENTE DECANO
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, foi um dos mais citados pelos internautas como sendo responsável pelo fracasso do Brasil na Copa do Mundo. O filho do decano da Corte, Francisco Schertel Mendes, é tido como “manda-chuva” no nº 130 da Avenida Luís Carlos Prestes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, sede da Confederação Brasileira de Futebol ((CBF).
PIX PENSÃO
O Senado deve votar nesta terça-feira (7) o projeto de lei que autoriza a transferência automática do valor da pensão alimentícia para o beneficiário. Não havendo saldo na conta bancária do devedor, o juiz poderá indisponibilizar ativos financeiros.
— Nós temos que criar alternativas para que a pensão seja paga sempre. Porque, quando a pensão não é descontada em folha e ocorre atraso, é preciso recorrer ao Judiciário repetidas vezes, disse a senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), relatora do projeto.
PENSE NISSO!
Já está mais do que na hora de o país repensar o que, de fato, lhe espera nos próximos 30, 40 ou 50 anos. A curto prazo, já perdemos a batalha. Não há a menor chance de o Brasil dar certo com políticos como Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), só para citar os dois mais bem pontuados nas pesquisas.
O que cada um apresentou como medida de longo prazo? Não há uma. Zero. É tudo discurso de “eu sou”, “eu fiz”, “eu farei”. Tudo mertiolate que não arde.
Sentemos Lula e Flávio e façamos duas importantes perguntas: qual é a meta dos senhores para que os programas sociais percam o protagonismo que têm hoje? E a segunda: que país estamos deixando para as próximas gerações?
Não vale mentir. Não vale dizer que tirou o país do mapa da fome. Não vale lorota. Não vale afirmar que a Polícia Federal está à disposição da Justiça 24 horas para investigar “doa em quem doer”.
O Brasil precisa de políticos menos personalistas, e Lula e Flávio são a essência disso. O Brasil precisa de políticos sérios, que façam o dever de casa diariamente, mas sem deixar de planejar e investigar para que, daqui a 30, 40 ou 50 anos, não tenhamos de conviver com uma legião de pedintes pelas ruas de nossas cidades, muitos deles por absoluta falta de oportunidades.
Pense nisso!














