Um candidato a governador poderia levar a eleição para o segundo turno o que não é bom para quem está na frente das pesquisas, como é o caso de Raquel
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Em encontro que teve em Brasília esta semana com o presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, o candidato a presidente da legenda, Flávio Bolsonaro, afirmou que, se o partido não tiver um candidato forte ao Senado em Pernambuco, tendo citado, nominalmente, o próprio Anderson e o deputado federal Mendonça Filho, ele quer um palanque com candidato a governador pois deseja fazer campanha no estado.
Procurado por este blog, Anderson negou alguma decisão sobre o assunto alegando que o posicionamento do PL vai ser definido em reunião marcada para a próxima quinta-feira mas tivemos contato com duas fontes da direção nacional do partido esta quinta-feira e ambas confirmaram o encontro entre Flávio e Anderson e a conversa que tiveram sobre o cenário pernambucano. Uma delas adiantou que cabe à direção estadual resolver a questão pelo Senado, desde que os nomes sejam um dos citados acima, ou por um candidato a governador menos conhecido mas que divulgue o número do partido, o 22, e participe das agendas de Flávio em visitas ao estado.
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Um candidato ao Senado pelo PL não causaria problemas para a governadora Raquel Lyra uma vez que os nomes cotados são conhecidos e já disputaram eleições majoritárias, podendo ser candidatos de forma avulsa, mas um candidato a governador poderia levar a eleição para um segundo turno, o que não é bom para quem está na frente das pesquisas, como é o caso de Raquel.
Anderson está decidido a se candidatar a deputado federal e Mendonça tem alegado resistência de sua família a uma candidatura ao Senado, embora da última vez que disputou, em 2018, tenha chegado perto da conquista, tendo sido derrotado por uma diferença de apenas 128 mil votos para o ex-governador Jarbas Vasconcelos que se elegeu na chapa do governador Paulo Câmara junto com o senador Humberto Costa.
PL e PSOL poderiam ter até 10% dos votos
Desde que este blog divulgou, há poucos dias, que o PL poderia ter candidato a governador, no meio político pernambucano o assunto foi reverberado e deputados estaduais da base governista e da oposição chegaram a calcular a possibilidade de um candidato bolsonarista ter até 8% dos votos que, somados ao que teria o candidato do PSOL, jornalista Ivan Moraes, poderiam chegar aos 10% do eleitorado. Nesse patamar calcula-se que não havia como evitar um segundo turno.
Eduardo entra na briga pelo Senado
O deputado federal Eduardo da Fonte realizou um ato político em Aliança, na Mata Norte, esta quinta-feira com a presença de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e outras lideranças políticas da região acompanhadas de centenas de outros moradores. O evento foi considerado como o início da pré-campanha do parlamentar para o Senado pela Federação União Progressista. O dia foi escolhido a dedo pois nesta quinta-feira o outro pré-candidato ao Senado pela Federação, Miguel Coelho, reunia em Petrolina prefeitos, deputados e. vereadores no tradicional Forró dos Coelhos organizado pelo seu pai o ex-senador Fernando Bezerra. A governadora Raquel Lyra, que está no Sertão do São Francisco fazendo inaugurações, também foi convidada para a festa.
Humberto tem agenda híbrida
O pré-candidato ao Senado, senador Humberto Costa, do PT, começou a adotar agenda híbrida para seus deslocamentos no interior. Com o objetivo de garantir o apoio de prefeitos que estão com a governadora Raquel Lyra ele está indo a esses municípios sozinho, como aconteceu esta semana em Gravatá onde o prefeito Joselito Gomes que é raquelista, o apoia, e acompanhando João Campos onde seu apoio é apenas das lideranças de oposição .
PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR
Em que vai dar toda esta disputa pelos votos dos pernambucanos neste ano de 2026?












