Parceria entre Sudene e UFPE mapeia potencial econômico e urbanístico para combater a degradação do centro; oficinas com moradores ocorrem em junho
JC
Publicado em 20/05/2026 às 14:04
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O projeto de diagnóstico para a revitalização da Rua da Imperatriz, no centro do Recife, avançou nesta semana para a etapa de levantamentos de campo nos espaços públicos e no entorno da via.
Desenvolvida em parceria pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a iniciativa mapeia o potencial urbanístico, econômico e cultural da área para propor soluções contra o processo de degradação urbana da região central da capital.
Esta nova fase concentra-se na análise comparativa de dados parciais coletados por consultorias especializadas em mobilidade, espaços públicos e dinamização comercial, imobiliária e cultural. O projeto piloto, iniciado em março, tem duração prevista de 12 meses.
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Participação social e diagnóstico técnico
De acordo com a arquiteta Juliana Barreto, uma das coordenadoras do projeto, o trabalho técnico é subsidiado pela interlocução com entidades públicas e da sociedade civil.
“Nossa pesquisa parte do princípio do diálogo com diversos atores sociais, como representantes da prefeitura, do governo do estado, dos órgãos de preservação e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL)”, afirma.
Com a consolidação dos dados de campo, a equipe planeja retomar o contato direto com a comunidade no próximo mês. “Agora podemos trabalhar com esses resultados e partir para a próxima etapa do plano, que é promover a segunda oficina participativa envolvendo atores sociais diversos, órgãos institucionais, usuários, proprietários e frequentadores da Rua da Imperatriz”, explica a coordenadora. A reunião está prevista para junho.
A elaboração do diagnóstico do centro do Recife está estruturada em três frentes principais:
- Diálogo setorial: reuniões com os diferentes atores que vivenciam a dinâmica diária da rua;
- Levantamento técnico: construção de um diagnóstico urbanístico detalhado com o apoio de consultorias em campo;
- Análise integrada: avaliação conjunta do impacto da Rua da Imperatriz em relação ao seu entorno imediato.
Modelo para o Nordeste e linhas de crédito
O estudo coordenado pela UFPE, por meio do Laboratório de Urbanismo e Patrimônio Cultural (LUP) e do Grupo de Estudos sobre o Mercado Imobiliário e Fundiário (GEMFI), foi desenhado como um modelo piloto.
O objetivo da Sudene é replicar a metodologia em outras cidades de sua área de atuação que enfrentem problemas semelhantes de esvaziamento e deterioração de centros históricos.
Como desdobramento prático, a autarquia federal avalia a utilização de mecanismos de incentivo financeiro para viabilizar as intervenções propostas no plano final.
Entre as alternativas em análise está o financiamento de projetos de retrofit (modernização de estruturas antigas preservando as características arquitetônicas originais) em centros históricos por meio de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).














