As arritmias cardíacas são alterações no ritmo normal do coração, e sua ocorrência pode ser mais comum pela manhã devido a uma combinação de fatores fisiológicos e hormonais que influenciam o sistema cardiovascular nesse período do dia.
Tipos de arritmia
- Taquicardia é um batimento cardíaco acelerado. A frequência cardíaca é superior a 100 batimentos por minuto.
- Bradicardia é um batimento cardíaco lento. A frequência cardíaca é inferior a 60 batimentos por minuto.
Sintomas de arritmia
- Uma sensação de vibração no peito
- Um batimento cardíaco acelerado
- Um batimento cardíaco lento
- Dor no peito
- Falta de ar
Por que as arritmias são mais comuns de manhã?
Mudanças hormonais ao acordar
Ao despertar, o corpo libera uma série de hormônios, como o cortisol e as catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), que têm o papel de preparar o organismo para as atividades do dia.
Esses hormônios aumentam a frequência cardíaca e a pressão arterial, o que pode desencadear arritmias em pessoas predispostas.
Aumento do tônus simpático
Durante a noite, o sistema nervoso parassimpático, que ajuda a acalmar o corpo e reduzir a frequência cardíaca, é mais ativo.
Pela manhã, o sistema simpático (responsável por “ativar” o corpo) se torna dominante, aumentando o ritmo cardíaco e a pressão arterial. Essa mudança abrupta pode provocar arritmias, especialmente em quem já tem doenças cardíacas.
Variação nos níveis de eletrólitos
Após várias horas de sono, o corpo pode sofrer alterações nos níveis de eletrólitos, como potássio e magnésio, que são fundamentais para a condução elétrica do coração.
Desequilíbrios nesses minerais podem aumentar o risco de arritmias ao acordar.
Quem está mais vulnerável a arritmias matinais?
- Pessoas com histórico de doença cardíaca, como insuficiência cardíaca ou doença coronariana.
- Aqueles com distúrbios de ansiedade ou estresse crônico.
- Indivíduos com apneia do sono, que sofrem quedas na oxigenação durante a noite, o que pode impactar o coração.
Indivíduos com predisposição a problemas cardíacos devem estar atentos a esses fatores e, se necessário, consultar um cardiologista para acompanhamento adequado.
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