O deputado estadual João Paulo Silva decidiu acrescentar a seu nome, para fins eleitorais, a sigla e vai passar a ser chamado “João Paulo do PT”
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Conhecido como João Paulo, nome que atende à veia católica de sua mãe, o deputado estadual e ex-prefeito do Recife João Paulo Silva foi, ao longo do tempo, sendo conhecido também como João Paulo Silva, seu sobrenome oficial. A população, no entanto, continua se referindo ao mesmo como João Paulo e é assim que o identifica na hora de votar. Este ano, porém, a decisão do PT de filiar à legenda, durante a janela partidária, o também deputado estadual João Paulo Costa, filho de Sílvio Costa e irmão de Silvio Filho, mudou tudo.
Alertado por assessores e amigos de que o fato do PT disputar a eleição de deputado estadual com dois João Paulo, ambos exibindo obrigatoriamente a legenda “13” poderia lhe causar prejuízo, o deputado estadual João Paulo Silva decidiu acrescentar a seu nome, para fins eleitorais, a sigla do seu partido e vai passar a ser chamado “João Paulo do PT”.
– Até tinha pensado em deixar pra lá – disse ele a este blog – mas quando o próprio Silvio Costa ligou duas vezes pra mim achando que era seu filho pois os dois nomes estavam registrados assim no seu celular entendi que precisava tomar uma providência. Esta semana a coisa piorou quando um assessor do ministro Guilherme Boulos me enviou uma mensagem me chamando de João Paulo Costa. Precisei alertar que esse não era meu nome e ele pediu desculpas pela confusão, esclarecendo que queria mesmo falar com o ex-prefeito.
A coincidência dos nomes já estava presente na Federação Brasil da Esperança que uniu o PT/PV e PCdoB. Mas como João Paulo Costa estava filiado ao PCdoB a confusão não atingiu o ex-prefeito pois o número do PCdoB é 65 e o do PT é 13. Agora, no entanto, os dois João Paulo começam com o número 13 e o temor é de que eleitores menos atentos acabem trocando a final do número ou mesmo votando errado. Daí a necessidade de João Paulo Silva acrescentar a sigla do partido ao seu nome para fazer uma diferenciação.
Este problema não teria acontecido se João Paulo Costa quando saiu do PCdoB tivesse se filiado ao PV, como tentou, e não ao PT. Isso, inclusive, foi acertado quando o ex-ministro Sílvio Costa Filho começou a conversar com a governadora Raquel Lyra para ser senador da sua chapa. Como o PV pernambucano é raquelista o presidente estadual do partido, deputado federal Clodoaldo Magalhães, prometeu a Silvio Costa aceitá-lo na legenda, o que foi desfeito no momento em que Silvinho voltou para o palanque do ex-prefeito João Campos. O jeito foi o PT aceitar para desconforto do seu real filiado.

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