Efeitos do fim da escala 6×1 não podem recair sobre os cofres públicos, alerta ministro da Fazenda

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Efeitos do fim da escala 6×1 não podem recair sobre os cofres públicos, alerta ministro da Fazenda


Dario Durigan defende a ampliação do debate, mas afirma que “a mudança não pode causar pressão nas contas públicas”, ou seja, no bolso do consumidor



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DA ÁGUA QUE LULA BEBE

Num ritmo frenético, o presidente Lula da Silva (PT) encheu aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e desembarcou na Espanha com a corda toda, feito quem toma água de chocalho. Ligou a “.50” [metralhadora de longo alcance] e atacou o Conselho de Segurança das Nações Unidas; o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; as guerras; a extrema-direita, “do mundo todo”; o diabo a quatro. Negócios que é bom…

NA CONTA DE QUEM?

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, está disposto a “trocar a senha do cofre” (linguagem figurada, viu AGU?) para não ter de arcar com os custos do fim da escala 6×1.

– É preciso amplo debate, mas a mudança não pode causar pressão nas contas públicas, afirmou.

SURTINDO EFEITO

A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ainda nem foi sacramentada, mas, em Brasília, a vizinhança já acredita que o “01” faz milagres. Na SMDB (Setor de Mansões Dom Bosco), Quadra 32, perdurava um buraco na via havia anos. Bastou ele ser lembrado — e bem — nas pesquisas, e a Novacap foi lá e tapou o buraco da rua.

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Agora, o SUV Chevrolet Equinox, placas SF-0017, passeia como em um tapete. Os vizinhos agradecem.

MAS HÁ UM PORÉM

A rua, quer dizer, a quadra, sempre teve trânsito moderado, controlado. Agora, o Detran foi lá e encheu a Quadra 32 de quebra-molas.

SORAYA, MENOS!

A senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) incorporou de tal maneira a função de relatora do importante projeto de lei contra a misoginia que, até em caso de acidente de carro, está reclamando. Ao comentar a morte da jornalista Alice Ribeiro, da Band Minas, a senadora escreveu em seu perfil no X: “Nós não suportamos mais, porém não irão nos cansar”.

ERIKA HILTON E JORGE MESSIAS…

…erram feio no episódio em que a deputada pediu censura a um post de uma jornalista e o AGU prontamente atendeu. Alegando “rede de desinformação” um comentário sobre o projeto de lei contra a misoginia tinha sido censurado. AGU deu meia-volta. As críticas fundamentadas estão liberadas.

MICHELLE ENQUADRA SENADOR…

…e mantém apoio a Celina Leão (PP) na disputa pelo governo do Distrito Federal. Na periferia de Brasília, o senador Izalci Lucas (PL-DF) lançou sua pré-candidatura ao Palácio do Buriti, mas se esqueceu de informar a cúpula do partido. A ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, disse que ficou sabendo “com estranheza” e defendeu “política de verdade”, com “responsabilidade, diálogo e compromisso com a palavra”.

PENSE NISSO!

Quando retornar da primavera europeia e voltar a colocar os pés na realidade brasileira, Lula da Silva vai ter de se ver com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). A briga de foice no escuro chama-se fim da escala 6×1.

Preso em um enredo sem pé nem cabeça, o Planalto encaminhou um projeto de lei modificando a jornada de trabalho em regime de urgência — uma forma de pressionar os congressistas a aprovar a medida em 45 dias. Caso contrário, a pauta de votações ficará trancada.

Um detalhe importante: para aprovar um projeto de lei, são necessários 257 votos, de um total de 513 deputados. Já para uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), é preciso o apoio de 308 deputados, em dois turnos de votação, antes de seguir para o Senado.

Voltando. Quando o Planalto enviou o projeto de lei, já estava em estágio avançado o relatório da PEC de autoria dos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (Psol-SP), além do senador Paulo Paim (PT-RS), tratando do mesmo assunto.

Vendo seu prestígio se esvaindo pesquisa após pesquisa, Lula quer ser o pai da criança. Percebendo que precisa ampliar apoios, o Congresso Nacional não abre mão da paternidade da medida.

Pense nisso!

 






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