PL avança e se torna a legenda mais influente do ‘Centrão’

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PL avança e se torna a legenda mais influente do ‘Centrão’


Gilberto Kassab mostra que não está com essa bola toda, e PSD pouco cresceu na janela partidária. E Cabo Daciolo surge como uma possível terceira via



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LA TERCERA VÍA SOY YO
Exímio estudante de espanhol, o ex-deputado Cabo Daciolo, recém-filiado ao Mobiliza, chega ao partido para ser “a verdadeira terceira e alternativa via”.
— É preciso acabar com essa história de que todo mundo defende o fim da polarização, mas poucos o fazem. A nossa candidatura será a verdadeira alternativa da terceira via — disse o candidato que, em 2018, recebeu 1,26% dos votos, à frente de Marina Silva (Rede Sustentabilidade), que obteve 1% da votação válida.

‘GLÓRIA A DEUS!’
Um dos fatores que pesaram para Daciolo deixar o Republicanos (10) pelo Mobilização Nacional foi o número que a legenda terá nas urnas: 33. “A idade de Cristo, Glória a Deus”.

[IN]FIDELIDADE PARTIDÁRIA
Nesse quesito, quem saiu na frente foi o deputado federal Nelsinho Padovani. Eleito em 2022 pelo União Brasil, Nelsinho só esperou a abertura da janela partidária. Mudou-se de mala e cuia para o PL, com a ficha abonada pelo pré-presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Quando viu que a janela estava se fechando, pegou a matula e pulou para o barco do Republicanos. “Um novo ciclo para fortalecer a bancada do agro na Câmara, ainda mais”, disse.

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EFEITOS SONOROS
O presidente nacional do PSB, João Campos, rebateu um vídeo que viralizou na internet, onde aparece guardando uma “correntinha de ouro”, em meio à muvuca de uma caminhada pelo interior do estado.
— Uso uma correntinha que tem várias medalhinhas aqui. Tem, inclusive, uma que era do meu pai, Eduardo Campos (1965–2014), que foi encontrada depois do acidente (…). Quando vou fazer gravação, eu tiro as medalhas porque a gente coloca um microfonezinho aqui na lapela e fica fazendo esse barulho (…), e atrapalha a gravação.

CORDA NO PESCOÇO DE MORO
Disparado nas pesquisas para o governo do Paraná, o senador Sérgio Moro (PL) foi alvo de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), impetrada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), pedindo sua inclusão no inquérito das fake news — aquele que, segundo críticos – menos o PT – deve ser extinto.

PGR QUER TIRAR A CORDA
No processo, Lindbergh argumenta que Sérgio Moro teria dito, recentemente, que o presidente Lula da Silva (PT) foi eleito “entre aspas”.
— O direito de acionar o STF não é amplo e irrestrito; para tanto, a ação precisa ser racional, criteriosa e de qualidade — rebateu o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao pedir o arquivamento da ação.

PORÉM!
O mesmo Paulo Gonet que não quis mandar investigar Sérgio Moro por suas “entre aspas” tem feito ouvido de mercador em relação a Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, ministros do STF, apontados com traquinagem graúda.

FOLGA NA COPA, SÓ COM NEYMAR
O ultrabolsonarista Abilio Brunini (PL), prefeito de Cuiabá (MT), condicionou o ponto facultativo durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo à convocação de Neymar por Carlo Ancelotti.
— Se convocar o Neymar, a gente pensa nisso. Fora isso, não dá não — afirmou o prefeito.

HÁ PRECEDENTES
Em maio de 2002, o senador Chiquinho Escórcio (MDB-MA) subiu à tribuna e fez um apelo emocionante ao técnico Luiz Felipe Scolari para que Romário tivesse “nem que fosse a última chance” na Copa do Mundo Coreia/Japão.
— Felipão, leva o “Baixinho”, Felipão. Lembre-se do que diz a Bíblia: “os humildes são exaltados”. Romário se humilhou, Felipão. Ele é um homem bom — disse Chiquinho. Em vão: o então artilheiro do Vasco da Gama — hoje senador da República — não foi convocado por Scolari.

PENSE NISSO!
Findada a janela partidária, o que se viu foi que os olhos verdes, a lábia envolvente e a caneta para o cheque de campanha não se mostraram tão importantes assim. Gilberto Kassab acabou fracassando na tentativa de tornar o PSD o segundo maior partido da Câmara. Deve ficar com menos de 50 integrantes.

O que falta ao charme kassabiano é um plano para se distanciar do visgo de Lula e do risco representado por Flávio Bolsonaro. Não conseguiu se firmar como terceira via, ao menos até aqui, enquanto aposta, em algumas regiões, que a benevolência lulista alavanque candidaturas aos governos estaduais.

Sendo assim, ponto para o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro, que ultrapassou a marca de cem deputados, consolidando-se como a maior força na Câmara. O PL tem mais a oferecer do que o PSD.

Pense nisso!

 






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