Grupo teria ligação com facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC). Lojas de carros, usadas em lavagem de dinheiro, também foram alvo de buscas
Raphael Guerra
Publicado em 18/03/2026 às 11:37
| Atualizado em 18/03/2026 às 11:43
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Uma operação, na manhã desta quarta-feira (18), prendeu um policial militar e mais 11 suspeitos de integrar um grupo especializado no tráfico de drogas e de armas de fogo com forte atuação no interior de Pernambuco.
Segundo a investigação, a organização, que já tentava se expandir para outros estados, teria ligação com as maiores facções do País, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC).
O inquérito, que resultou na deflagração da Operação Roça, está sendo conduzido pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (FICCO/PE), que é composta pelas polícias Federal, Civil, Militar e Rodoviária Federal, além da Secretaria de Defesa Social do Estado e da Secretaria Nacional de Políticas Penais.
As investigações, iniciadas em 2023, revelaram um esquema complexo e bem organizado, responsável por movimentar grandes quantidades de drogas, promover a circulação ilegal de armas e atuar em roubos de cargas e veículos de transporte de valores sobretudo em municípios do Agreste e Sertão.
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O grupo também operava um sofisticado sistema de lavagem de dinheiro, utilizando empresas de fachada e terceiros para ocultar a origem ilícita dos recursos. Lojas de carros usados localizadas nos municípios de Surubim, Caruaru (Agreste) e Petrolina (Sertão) foram alvos de mandados de busca e apreensão.
“A organização possuía divisão estruturada de funções, com núcleos responsáveis pela liderança, logística criminosa e gestão financeira, garantindo a continuidade das atividades ilícitas e a expansão de suas operações para além do território pernambucano”, informou a FICCO/PE em nota.
POLICIAL MILITAR ENTRE OS PRESOS

Polícia Federal faz megaoperação contra grupo especializado em tráfico de drogas e de armas em Pernambuco – PF/DIVULGAÇÃO
Na operação, 12 dos 15 mandados de prisão temporária foram cumpridos. O alvo principal segue foragido.
O policial militar preso é um soldado lotado em Petrolina. “Chamou a atenção os sinais de riqueza fora do comum”, informou uma fonte policial ouvida pela coluna Segurança.
A Justiça também autorizou medidas de bloqueio de ativos financeiros que podem alcançar R$ 5 milhões, bem como o sequestro de imóveis e veículos vinculados ao grupo investigado.
Os investigadores reforçaram que a operação tem como foco desarticular a estrutura da organização, interromper suas atividades e atingir diretamente seu núcleo financeiro, considerado essencial para a manutenção do esquema ilícito.
Todos os mandados de busca e apreensão expedidos foram cumpridos, inclusive em municípios localizados no Tocantins e Amazonas.
MANDADOS CUMPRIDOS EM PRESÍDIOS
Três dos alvos já estão em unidades prisionais de Pernambuco. Na Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, localizada em Petrolina, mandados foram cumpridos contra os detentos identificados como Marcelo Ferraz e William. Já no Presídio Advogado Brito Alves, em Arcoverde, o alvo foi Marcos Venices, conhecido como Marcos Popó.
Em ambas as unidades, os policiais encontraram os presos com celulares, demonstrando que o sistema prisional do Estado continua sem controle na segurança e sem impedir a entrada de materiais ilícitos.
INVESTIGAÇÕES CONTINUAM
Carros, celulares e dinheiro estão entre as apreensões realizadas na operação. Tudo está sendo encaminhado para perícia, dando continuidade às investigações.
A equipe da FICCO-PE reforçou que “novas medidas poderão ser adotadas a partir da análise do material apreendido”.
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