Mostra gratuita segue até 31 de março na sede da associação comunitária, em Tejucupapo, e reúne 14 fotografias, relatos e documentos históricos
Fagner Clemente
Publicado em 27/02/2026 às 16:41
| Atualizado em 27/02/2026 às 16:43
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Está em cartaz até 31 de março a exposição “Povoação de São Lourenço: o tempo e o quilombo Catucá – Cultura, História e memória de um povo”, na comunidade quilombola de São Lourenço, localizada no distrito de Tejucupapo, em Goiana, no Litoral Norte de Pernambuco. A visitação é gratuita.
A mostra reúne 14 fotografias, além de relatos e documentos históricos produzidos por moradoras da própria comunidade. O material está exposto na sede da Associação de Marisqueiras e Pescadores da Povoação de São Lourenço (AMPPSL), na Rua da Sucupira, nº 100.
A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30. Aos fins de semana e feriados, o horário é das 10h às 16h. A classificação é livre.
Reconhecida oficialmente como comunidade quilombola pela Fundação Cultural Palmares em 2005, a Povoação de São Lourenço tem origem entre os séculos XVIII e XIX, período de expansão dos engenhos de açúcar na Zona da Mata pernambucana. Atualmente, o território abriga cerca de 3 mil famílias, formadas majoritariamente por mulheres marisqueiras e artesãs.
A exposição foi idealizada pelas pesquisadoras Narely Carmo, historiadora em formação pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), e Crislaine Venceslau, antropóloga e turismóloga. Segundo as organizadoras, a iniciativa surgiu da necessidade de registrar histórias que, por muito tempo, circularam apenas pela oralidade.
As fotografias foram produzidas com câmeras profissionais e também por celulares dos moradores. Parte do acervo inclui imagens familiares e recortes de jornais, além de documentos que ajudam a contextualizar a trajetória da comunidade na história regional. As imagens são acompanhadas por legendas explicativas e recursos de audiodescrição.
Entre as memórias destacadas estão celebrações religiosas, festas, atividades de trabalho e cenas do cotidiano. A pandemia de Covid-19 reforçou a importância de registrar essas histórias, especialmente após a perda de lideranças comunitárias, como Dona Nanô, Mãe de Santo do quilombo.



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