Inflação na Região Metropolitana do Recife inicia 2026 com leve alta

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Inflação na Região Metropolitana do Recife inicia 2026 com leve alta



O grupo de Despesas Pessoais foi o principal responsável pela pressão inflacionária no mês, registrando a maior alta entre os setores, com 1,27%

Por

JC


Publicado em 10/02/2026 às 17:47

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A inflação na Região Metropolitana do Recife apresentou um início de ano contido, registrando uma variação de 0,28% no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em janeiro de 2026. O desempenho local posicionou a capital pernambucana com a terceira menor variação do País para o índice geral, que mede a oscilação média de preços de uma cesta abrangente de bens e serviços. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo IBGE.

O grupo de Despesas Pessoais foi o principal responsável pela pressão inflacionária no mês, registrando a maior alta entre os setores, com um avanço de 1,27%. Este grupo, que possui um impacto mediano no cálculo do índice (8,6), engloba gastos cotidianos como serviços pessoais, cuidados estéticos e atividades de lazer. Outras altas relevantes foram observadas em Saúde e Cuidados Pessoais (1,07%), impulsionadas por medicamentos e serviços médicos, e no setor de Comunicação, que subiu 1% devido aos custos de telefonia e internet.

No setor de Transportes, que detém o segundo maior peso no IPCA, houve um aumento de 0,66%. O resultado reflete a sensibilidade do índice a variações em itens essenciais como gasolina, passagens e transporte público. Em contrapartida, o grupo de Alimentação e Bebidas — fundamental no orçamento das famílias — apresentou uma leve deflação de -0,01%, oferecendo um alívio importante para o índice geral.

RECUO

O recuo mais expressivo de janeiro foi registrado no setor de Vestuário, que apresentou queda de 1,32%. De acordo com o IBGE, essa retração já era esperada devido ao encerramento das festas de fim de ano, embora o grupo possua uma influência menor na ponderação total do índice, fixada em 5,9. Outros grupos apresentaram variações mais discretas: Artigos de Residência subiram 0,19%, enquanto o setor de Educação manteve-se estável com variação zero.

Além do IPCA, o IBGE também divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foca em famílias com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos. No Recife, o INPC registrou a menor variação do País, fechando em 0,17%. Esse resultado foi fortemente influenciado pela queda expressiva nos custos de transporte por aplicativo, que recuaram 19,31%, e na redução de -3,85% nas contas de energia elétrica residencial. 



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