Mesmo ausente da assinatura do acordo Mercosul–União Europeia, Lula é lembrado

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Mesmo ausente da assinatura do acordo Mercosul–União Europeia, Lula é lembrado


Planalto segue no pé do novo ministro da Justiça para evitar contratempos em suas declarações à imprensa; e o Congresso joga Baygon em suas salas



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‘O GRANDE ARTÍFICE’
Durante assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, o presidente do Paraguai, Santiago Peña, chamou de “feito histórico” e que o pacto tarifário “não teria sido possível” sem a participação do presidente Lula da Silva (PT), ausente do encontro.

LULA E A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
O presidente ainda não foi, devidamente, treinado para manusear e por fim entender do que se trata manipulações usando a IA. Segundo Lula, a inteligência artificial “é capaz de tirar uma foto da Érica, vestidinha do jeito que ela está, com a perna cruzada, e amanhã aparecer no celular a Érica no celular pelada aqui”, disse, enquanto apontava para a deputada Érica Hilton (Psol-SP). Já pensou?

DE MALA E CUIA
A defesa da advogada Jéssica Castro Carvalho reclamou ao juiz da Vara de Execuções Penais dos sucessivos remanejamentos dentro da Papudinha. O último ocorreu para que a cela que ela ocupava fosse transferida ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Ela relatou que as mudanças constantes provocaram abalo psicológico, além do desgaste físico de ter que retirar e reorganizar seus pertences repetidamente”, disse a defesa de Jéssica, presa preventivamente, acusada de tráfico de drogas.

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MEDIA TRAINING
O Planalto não quer desgrudar do novo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, principalmente quando ele tiver de se manifestar à imprensa. Na primeira vez em que mostrou o cartão de visitas, o ministro e a Secretaria de Comunicação Social (Secom) se contradisseram. A comunicação do governo afirmou que, em recente reunião no Planalto com autoridades dos Poderes, não se falou do caso Banco Master; já o ministro disse que o tema “foi o eixo da conversa”.

CAIU NAS REDES
Viralizou nas redes sociais um vídeo em que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), narra as “aventuras” de um amigo advogado, identificado por ele apenas como “Vladimir”. O causídico – com a erudição que lhe é própria – teria “subtraído” os autos de um processo de despejo em uma invasão urbana para impedir que um grupo de famílias fosse retirado do terreno. No vídeo, o ministro conta o episódio entre risos, celebrando a “manobra” do roubo do processo que driblou a Justiça.

VIRA A CHAVE

Corta para janeiro de 2026. O mesmo Dias Toffoli agora “senta-se” em cima das investigações envolvendo o Banco Master na Operação Compliance Zero. Determinou o lacre de toda a documentação e ordenou que apenas ele e peritos específicos tenham acesso às provas. O clima é de total desconfiança; contudo, no Congresso, o ministro abriu uma exceção: autorizou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a analisar os documentos. E se aparecesse um “Vladimir” hoje para sumir com os autos do Master? Toffoli sorriria como fez diante dos estudantes de Direito ou o peso da lei seria outro?

DESRATIZANDO O AMBIENTE
As principais dependências do Congresso Nacional passam por “processos rotineiro de limpeza” para receber deputados e senadores a partir de 2 de fevereiro com o retorno das atividades parlamentares.

PENSE NISSO!
De um estudante de Direito, no primeiro dia de aula, devidamente paramentado de terno, gravata e smartphone de última geração:

— Por que ninguém não pediu a suspeição do ministro Toffoli no comando do caso Master, no STF?

— Boa pergunta — disse o professor. — Somente após isso é que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, poderá se debruçar sobre o pedido — resumiu.

É prudente que o juiz tenha total lisura, mas, nesse episódio específico, ou o ministro Toffoli se declara incompetente para seguir à frente do caso ou permanece — e, nesse caso, poderá surgir a percepção de que há interesses escusos no processo.

É bom aguardar. Vai que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ou outra entidade do ramo bata à porta de Gonet, nem que seja para receber um não.

Pense nisso!

 

 

 

 





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