Comerciante de 21 anos se apresentou à polícia nesta quinta-feira. Defesa alega dívida antiga e diz que autor agiu por medo de facção.
Túlio Feitosa
Publicado em 15/01/2026 às 22:45
| Atualizado em 15/01/2026 às 22:50
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Um comerciante de 21 anos, suspeito de assassinar o turista paulista Rafael Ventura Martins, de 32 anos, em Porto de Galinhas, se entregou à polícia na tarde desta quinta-feira (15). O homem, que não teve o nome divulgado oficialmente, se apresentou espontaneamente na Delegacia de Homicídios de Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco, por volta das 15h.
O crime, que acabou repercutindo negativamente entre turistas e moradores na região, ocorreu no dia 4 de janeiro, dentro do restaurante “Caldinho do Nenen”, na orla da praia. Rafael estava acompanhado da esposa quando foi atingido por disparos de arma de fogo, um deles no rosto.
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Defesa alega dívida e ameaças
A defesa do suspeito, representada pela advogada Maria Júlia Leonel, divulgou uma nota oficial apresentando a versão do acusado. Segundo o texto, o homicídio foi motivado por um desentendimento financeiro antigo entre as partes.
O comerciante alega que tentou cobrar uma dívida da vítima diversas vezes, mas recebia “respostas agressivas ou ameaçadoras”.
Um ponto chave da argumentação da defesa é o suposto envolvimento da vítima com o crime organizado. “Havia temor de que a vítima mantivesse vínculos com organização criminosa, circunstância que teria gerado um estado constante de insegurança”, diz a nota.
Os advogados sustentam que o encontro no restaurante foi casual e que não houve premeditação. A nota descreve que, num contexto de “consumo de bebida alcoólica, ânimos exaltados e uma confusão envolvendo terceiros, a situação saiu do controle”.
A defesa classifica o assassinato como um “ato impensado” que “não resume a trajetória pessoal” do suspeito, descrito como pai de uma filha recém-nascida e integrado à vida familiar.
“Ciente da gravidade dos fatos, o representado não se esquiva de suas responsabilidades, confessa sua conduta e se coloca à disposição da Justiça”, conclui o comunicado assinado por Maria Júlia Leonel.
Relembre o caso
No dia do crime, vídeos gravados por testemunhas mostraram o desespero no local. As imagens registraram Rafael Ventura Martins caído próximo a uma mesa enquanto recebia massagem cardíaca de um homem, sob o olhar de uma mulher com a roupa manchada de sangue. Apesar das tentativas de socorro, o turista não resistiu e morreu no local.
Testemunhas relataram, à TV Jornal, que o assassinato teria sido motivado por uma discussão banal causada por ciúmes. Os relatos colhidos no local apontavam que a confusão no restaurante teria começado após uma interação envolvendo uma mulher, o que acabou escalando para a violência letal.
Rafael, que veio de São Paulo para passar férias no litoral pernambucano, foi atingido na frente da esposa e de dezenas de turistas.
A coluna Segurança ainda apurou que a vítima estaria sendo investigado pela Polícia Civil de Pernambuco por crimes como lavagem de dinheiro, estelionato e associação criminosa.
No Rio de Janeiro, ele também foi investigado por supostamente integrar um grupo que aplicou o golpe do “bilhete premiado”. Uma mulher denunciou ter sido vítima em 2018. Não há informações oficiais se ele chegou a ser condenado nesse processo.
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