Marcelo Serrado retorna a Nova Jerusalém após 26 anos para viver Pilatos

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Marcelo Serrado retorna a Nova Jerusalém após 26 anos para viver Pilatos


“Vou tentar fazer um cara muito forte”, diz ator; Serrado esteve no mesmo palco vivendo José, o pai de Jesus, no espetáculo “Noite Feliz”;

Por

JC


Publicado em 15/01/2026 às 16:38



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A cidade-teatro de Nova Jerusalém, localizada no Agreste de Pernambuco, a 180 km do Recife, é novamente o cenário de trabalho para Marcelo Serrado. O ator desembarcou em Pernambuco e está no teatro ao ar livre para a produção dos filmes promocionais da temporada 2026 da Paixão de Cristo ao lado de Dudu Azevedo, que fará o papel de Jesus.

O retorno tem um sabor de reencontro. Há 26 anos, Serrado esteve no mesmo palco vivendo José, o pai de Jesus, no espetáculo “Noite Feliz”. Agora, ele assume o papel antagônico de Pôncio Pilatos.

“Eu tenho um carinho por este lugar e pelas pessoas com quem tive a oportunidade de conviver aqui. Estou muito feliz de ter dado certo estarmos juntos neste ano tão especial, que marca a comemoração de 100 anos de Plínio Pacheco”, afirma o ator, referindo-se ao idealizador da cidade-teatro.

Personagem


@KIKE.TAVARES

Marcelo Serrado caracterizado para a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém de 2026 – @KIKE.TAVARES

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Sobre a construção de Pilatos, Serrado destaca a dualidade e a força do governador romano. Para o ator, o personagem é um homem preso às engrenagens de sua época.

“Eu acho que ele fazia parte do sistema. Tinha ali uma ordem de Roma e tinha que ser daquele jeito. Se não tomasse uma atitude, acabaria deixado de lado”, analisa. Ele define o papel como uma figura arquetípica, o homem que tenta evitar a condenação de Jesus, mas acaba por “lavar as mãos” diante da pressão popular.

“Vou tentar fazer um cara muito forte. Como governador romano, ele não quer que aquele sangue lhe pertença e sai contrariado. É uma história real, que está nos livros, e tentaremos não sair do arquétipo clássico.”

Entusiasmo

Além da densidade dramática, Marcelo Serrado não esconde o entusiasmo com a produção, que atrai milhares de espectadores anualmente. A experiência de atuar em uma estrutura com uso de carruagens e centenas de figurantes, é algo que o artista encara com expectativa renovada.

“Imagina entrar numa biga ali, com cavalos… vai ser incrível. Com aquela quantidade de figurantes, será algo extremamente inusitado para mim”, confessa.

Mesmo interpretando o juiz que autoriza a crucificação, Serrado, que é católico, enxerga a importância narrativa de seu personagem para a consolidação da trajetória do Messias. “Essa é a nossa história, que levou Jesus a se tornar o grande rei e essa figura mítica que todos nós temos no coração”, conclui.

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