Raquel planejou muito não só obras e ações como a busca por recursos federais e via empréstimos para, com dinheiro, iniciar investimentos
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Surpreendida no dia da votação em primeiro turno das eleições de 2022 com o falecimento do seu esposo Fernando, a governadora Raquel Lyra (PSD) conquistou o direito de ir para o segundo turno com a então favorita candidata Marilia Arraes. Mas, abatida pela grande perda, recolheu-se ao apartamento de sua mãe em Caruaru e, segundo pessoas próximas, ficou cerca de 15 dias entre seu quarto e a sala chorando e falando o necessário apenas com os familiares.
Uma força-tarefa foi montada pela vice Priscila Krause (PSD) e pelo ex-deputado federal Daniel Coelho para receber levas de prefeitos, vices e vereadores de todo o estado em busca de declarar apoio a ela, mas sem qualquer possibilidade de contato físico, sentimento que todos respeitaram sem pestanejar.
Mesmo depois da vitória do segundo turno, ela ainda teve dificuldade de voltar às atividades normais, cabendo a Priscila a coordenação do grupo técnico de transição de Governo. “Nessa época, ela cuidou da parte política, teve muito contato com as principais lideranças que a apoiaram e montou o secretariado e demais membros da equipe principal do Governo”, lembra um assessor, ressaltando que só no dia da posse ela verdadeiramente apareceu para o público em geral.
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Demora e aceleração
Embora seja conhecida no meio político por demorar a tomar decisões – seu secretariado só foi conhecido na véspera da posse -, Raquel, pelo que se percebe agora, planejou muito não só obras e ações como a busca por recursos federais, e via empréstimos, para só iniciar grandes e até pequenos investimentos com dinheiro em caixa.
“Quando ela autoriza uma obra já tem assegurados os recursos necessários para terminá-la”- comenta o secretário de planejamento Fabrício Marques. Por conta deste estilo inusual, a governadora perdeu tempo demais para mostrar trabalho à população, deixando que seu principal adversário, o prefeitoJoão Campos, ganhasse ares de imbatível não só na reeleição como quando começou a esboçar desejo de disputar o Governo em 2026.
Só neste ano de 2025, premida pelas cobranças da oposição na Assembleia, a governadora mudou o ritmo. Começou o ano promovendo a filiação de 70 prefeitos a seu novo partido, o PSD, e iniciou as entregas, ainda de forma tímida.
De lá para cá, porém, foi acelerando o ritmo até que no dia 17 de novembro – há pouco mais de um mês – ela literalmente correu na frente do Palácio das Princesas durante a entrega de armas e equipamentos às forças de segurança, tendo essa sua imagem viralizado nas redes sociais, como informou ao Passando a Limpo, da Radio Jornal, o jornalista Manoel Fernandes da empresa Bites, que acompanha o desempenho de políticos nas redes sociais do país, e disse que a governadora já ultrapassou o prefeito em engajamento via Internet.
Entregas esperadas há 10 anos
Dormindo pouco e acordando nas madrugadas para as constantes viagens a Brasília com o objetivo de assinar contratos, convênios e anunciar parcerias com o Governo Federal, Raquel demonstra, pelo que se viu na semana que passou, que não está para brincadeira.
No dia 12 , iniciou as obras do esperado Arco Metropolitano, esta terça, dia 16, assinou acordo com o presidente Lula para recuperação e, em seguida, concessão do Metrô do Recife e esta quinta, dia 18, bateu o martelo na Bolsa de Valores B3 em São Paulo na realização do leilão de concessão da Compesa que vai render R$ 19 bilhões de investimento em abastecimento d’água e saneamento básico no estado. Todas essas ações eram esperadas há mais de 10 anos pela população.
Com esse ritmo, ela está visivelmente cansada. A Raquel que, nos primeiros meses de mandato, aparecia impecavelmente maquilada em atividades dentro e fora do Palácio, deixou de lado esses preciosismos que a caracterizaram para dar prioridade à correria que tem sido obrigada a fazer para dar conta da agenda. “São tantas entregas – afirma a secretária de desenvolvimento urbano, Simone Nunes Benevides – que nós secretários às vezes precisamos inaugurar obras mesmo sem a presença dela, como os asfaltamentos, que não podem deixar de ser entregues de imediato à população”.
Há poucos dias ao ouvir de um amigo que a governadora estava visivelmente cansada, seu pai, o ex-governador João Lyra, completou: “não é apenas visivelmente. Ela está mesmo cansada de tanto trabalhar”.
Este sentimento além da satisfação pelas entregas pode ter contribuído para ela ter sido vista no início das obras do Arco Metropolitano e no leilão da Compesa com os olhos cheios de lágrimas. Na maior parte do tempo, porém, exibe um largo sorriso invariavelmente registrado em suas redes sociais. “Ela está cansada mas muito feliz”- afirmou a este blog o deputado federal Mendonça Filho, o que corroborou, com outras palavras, o senador Fernando Dueire.
Entre cansaços e entregas, porém, ela parece disposta a manter o ritmo e enfrentar a disputa pela reeleição com todo gás.

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