De acordo com levantamento, infraestrutura do SUS está mais exposta ao risco do que a rede privada, afetando continuidade do atendimento
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Um quarto dos estabelecimentos de saúde está situado em até 500 metros de áreas de risco sujeitas a desastres naturais, como deslizamentos, inundações, enxurradas e erosão. São mais de 22 mil unidades, aponta a Nota Técnica n.41 – Exposição da Rede de Saúde Brasileira a Desastres Naturais, elaborada pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).
A análise abrangeu estabelecimentos de saúde localizados em cerca de 1.800 municípios mapeados pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), mas não inclui grandes centros urbanos como Recife, São Paulo e Rio de Janeiro.
De acordo com o levantamento, que incluiu hospitais, unidades de pronto atendimento, postos de saúde, UBS e clínicas especializadas, estão próximos a essas áreas aproximadamente 29% dos estabelecimentos, 22% dos equipamentos, 26% dos leitos e 20% dos leitos de UTI. Outros 2 mil estabelecimentos de saúde estão localizados dentro desses setores.
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O estudo destaca que a proximidade entre esses e as áreas sujeitas a desastres compromete a resposta imediata e a continuidade do atendimento à população afetada em momentos de emergência climática.
Para Bruna Borges, pesquisadora do IEPS e uma das autoras da pesquisa, o sistema precisa estar preparado para responder aos efeitos de eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais recorrentes.
“É essencial que hospitais, unidades de pronto atendimento e postos de saúde permaneçam operacionais em momentos de crise. Por isso, se localizados em áreas de risco, esses serviços precisam de planos de contingência específicos, infraestrutura adaptativa, protocolos claros de coordenação intersetorial e capacitação contínua dos profissionais”, destaca.
SUS está mais exposto
Ainda de acordo com a nota técnica, a infraestrutura do SUS (Sistema Único de Saúde) está mais exposta ao risco do que a rede privada.
Entre os equipamentos avaliados, 24% dos vinculados ao SUS, mais de 154 mil, estão em áreas de risco, enquanto na rede privada o percentual cai para 18%. No caso dos leitos, a diferença se acentua: 29% dos leitos SUS estão expostos, frente a 21% na rede não SUS.
“Considerando que unidades do SUS frequentemente atendem populações em situação de maior vulnerabilidade social, que também tendem a residir em áreas mais vulneráveis a desastres, compreender a exposição dessa rede é fundamental para o planejamento de políticas públicas de prevenção e preparação”, afirma a nota.
Além disso, o levantamento ressalta que os territórios analisados apresentam menor renda média, pior saneamento e indicadores mais altos de vulnerabilidade social.

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