A obra, intitulada “Nanã de Naná”, é assinada pelo artista Manoel Quitério e está instalada em uma fachada na Avenida Rio Branco
Emannuel Bento
Publicado em 03/11/2025 às 17:45
| Atualizado em 03/11/2025 às 17:50
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O Bairro do Recife, onde por 15 anos o percussionista Naná Vasconcelos (1944-2016) abriu o Carnaval do Recife com o tradicional encontro das nações de maracatu, ganhou um mural em homenagem ao músico, que completaria 81 anos em 2025.
A obra, intitulada “Nanã de Naná”, é assinada pelo artista Manoel Quitério e está instalada na fachada lateral do Edifício Aliança, na Avenida Rio Branco, esquina com a Rua da Guia.
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Com cerca de 256 m², o painel é o primeiro megamural realizado em uma área cujo conjunto foi tombado pelo Iphan em 1998.
O encontro de maracatus promovido por Naná, a convite do então prefeito João Paulo (PT), que criou o Carnaval Multicultural, reunia 13 maracatus e mais de 600 batuqueiros, marcando uma das tradições mais emblemáticas da folia recifense.
Esse é segundo mural com o percussionista Juvenal de Holanda Vasconcelos. O primeiro, inaugurado em 2023, é intitulado “Naná Vasconcelos, Sinfonia e Batuques”, de autoria da artista Micaela Almeida, e fica em 200m² da fachada do Edifício Guiomar, localizado no bairro da Boa Vista, em frente ao Parque 13 de Maio.
Mural celebra os ritmos, diz artista


Manoel Quitério conquistou a 13ª posição no ranking dos projetos contemplados pelo edital de Megamurais, com o tema “Recife Cidade da Música””, promovido pela Prefeitura do Recife.
O artista explica que o mural celebra os ritmos, a música e a cultura como uma forma de transcendência. “E Naná foi uma pessoa que sempre semeou essa semente, esse pensamento” afirmou.
Para Patrícia Vasconcelos, 57 anos, viúva do músico, a homenagem tem um significado especial. “É uma emoção muito grande, um marco histórico essa homenagem que está no centro da cidade, no lugar onde ele fazia o cortejo de maracatus. Vai ser muito bem acolhido pela cidade”, disse.

Megamural com Naná Vasconcelos foi pintado em fachada lateral do Edifício Aliança, na Avenida Rio Branco, esquina com Rua da Guia – Edson Holanda/PCR
Atualmente, parte significativa do acervo de Naná Vasconcelos — instrumentos, vestuário, fotografias e prêmios — está sob os cuidados de uma equipe no Museu de Artes Afro-Brasil Rolando Toro (Muafro), também localizado no Bairro do Recife.
Em entrevistas anteriores ao JC, Patrícia informou já ter mantido diálogos com a Prefeitura do Recife sobre a criação de um espaço cultural temático dedicado a Naná, no mesmo bairro. Até o momento, porém, não há nada concretizado.
Os recursos disponíveis para o projeto de conservação, coordenado por Patrícia Vasconcelos e Amaro Filho, seguem sendo limitados.
Apoio e execução do megamural
O projeto contou com o apoio de uma marca de tintas, que doou 24 latões e insumos essenciais para a execução da obra, além da colaboração de outras empresas.
A ação foi articulada junto ao Recentro, programa da Prefeitura do Recife voltado à requalificação e ativação da região central, e integra as atividades da CASACOR Pernambuco.
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