Paralisação chega ao terceiro dia e provoca superlotação nos ônibus; CBTU afirma que trabalha para restabelecer operação, mas sem previsão de retorno
Ryann Albuquerque
Publicado em 27/10/2025 às 8:34
| Atualizado em 27/10/2025 às 9:13
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Três dias após o incêndio que destruiu parte de um trem do Ramal Camaragibe, o Metrô do Recife segue operando de forma parcial nesta segunda-feira (27), com o trecho ainda interditado e sem previsão de retomada.
A paralisação vem impactando diretamente a rotina de milhares de pessoas que dependem do sistema todos os dias para trabalhar, estudar e circular entre o Recife e cidades da Região Metropolitana.
O incêndio aconteceu no sábado (25), entre as estações Curado e Alto do Céu, no ramal Camaragibe da Linha Centro. Nenhum passageiro ficou ferido, mas um dos vagões foi completamente destruído.
Segundo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), o fogo começou após um curto-circuito na rede aérea, que fornece energia para os trens.
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Desde então, apenas o ramal Jaboatão voltou a operar normalmente. A CBTU informou que equipes técnicas estão realizando inspeções e reparos, mas ainda não há previsão para o retorno da Linha Camaragibe.
Terminal de Camaragibe
Segundo informações da TV Jornal, no Terminal Integrado de Camaragibe, o cenário foi de filas longas, ônibus lotados e atrasos na manhã desta segunda-feira.
A suspensão do funcionamento do metrô sobrecarregou o sistema de ônibus, que precisou absorver a demanda de quem normalmente usa o trem.
Passageiros enfrentam longas esperas e viagens mais demoradas. O embarque acontece em filas distintas — uma para quem tenta garantir assento e outra para quem aceita seguir em pé.

Filas longas e movimento intenso no Terminal de Camaragibe após paralisação da Linha Camaragibe do Metrô do Recife, que continua sem funcionar – Sidney Lucena / JC imagem
Em meio à confusão, fiscais tentam organizar o fluxo, mas o volume de pessoas supera a capacidade do terminal.
Usuários também relatam gastos extras com transporte por aplicativo, já que as corridas encareceram diante do aumento da demanda.
O preço de viagens até o Recife chega a R$ 40 ou R$ 50, o que tem levado muitas pessoas a se organizarem em grupos para dividir custos.
Além do impacto financeiro, há críticas recorrentes à falta de manutenção e à precariedade do sistema, que, segundo os passageiros, apresenta falhas com frequência.
Sem alternativas acessíveis, muitos trabalhadores dizem estar recorrendo a até três conduções para chegar aos compromissos.
Resposta da CBTU
Em nota, a CBTU Recife informou que uma comissão técnica foi instaurada para apurar as causas do incêndio e que os reparos na via e no sistema elétrico continuam em andamento.
A empresa afirmou ainda que “todas as medidas de segurança estão sendo adotadas para garantir a integridade dos usuários e colaboradores” e que “os esforços estão concentrados na normalização da operação o mais breve possível”.
Enquanto isso, o sofrimento dos passageiros permanece evidente. O episódio reacendeu o debate sobre a necessidade de investimentos e modernização do sistema metroviário, cuja concessão à iniciativa privada está prevista para 2026.
Até lá, a rotina de quem depende do metrô segue marcada por atrasos, incertezas e improvisos.
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